A política ditatorial, fundamentada na troca de favores para satisfazer interesses pessoais e de correligionários, utiliza um processo de aculturação obsessiva para converter tanto a massa de extremistas religiosos — em especial aqueles movidos pelo racismo e pela LGBTfobia — quanto aqueles postos à margem da educação. Sob o pretexto de defender a liberdade absoluta do capital e a intervenção mínima do Estado, esses agentes promovem uma política de favorecimento exclusivo. Estrategicamente, sem moralizar a gestão ou sanear os fatos, entregam o patrimônio nacional ao capital imperialista, submetendo o trabalhador a leis trabalhistas e previdenciárias "acochambradas" — um verdadeiro retrocesso sob o domínio do poder neoliberal.
Na busca por um "escolhido de Deus" para guiar os destinos econômicos e sociais, muitos se deixaram seduzir pelo egoísmo ou foram explorados por um discurso religioso politicamente sarcástico. Falsos profetas, tomando o nome de Deus em vão, manipularam a boa-fé de eleitores que, sob o efeito de uma obsessão induzida, tornaram-se massa de manobra.
Esse movimento cooptou também os opositores da igualdade de gênero e aqueles que, impulsionados por frustrações ou carências, viram na propaganda política uma saída messiânica. Diante deste cenário, muitos consideraram o "Jair Bolso caro" como o menor dos males. O resultado está diante de nós: colhemos o que foi plantado.
O termo "ideologia de gênero" foi instrumentalizado e convertido em um verdadeiro "bacanal" ideológico, distorcendo o que, em 2014, o Ministério da Educação (MEC) propunha no Plano Nacional de Educação (PNE) como combate às discriminações e promoção da diversidade.
Que a fé autêntica não permita que o profano — personificado por aqueles que recorrem a palavras chulas e posturas vulgares — reprima a oposição legítima. Infelizmente, congressistas e simpatizantes, cegos pela astúcia neoliberal ou movidos por interesses puramente mercantis, mantêm grande parte do povo espiritualmente alheio às artimanhas alicantinas (o que corresponde a astúcias, tramas, chicanas ou fraudes) do Congresso. Que busquemos a lucidez contra a velhacaria, sem jamais permitir que as divergências de fé se convertam em conflitos fratricidas (disputas, lutas ou guerras que ocorrem entre pessoas, grupos ou nações que compartilham laços estreitos, como irmãos, compatriotas ou membros do mesmo grupo, muitas vezes levando à destruição mútua).
Amém — que assim seja.
quinta-feira
O Aluguel da Fé e o Custo da Ilusão Política
terça-feira
"Como pode um peixe vivo viver fora d`água fria"
domingo
O Ringue da Invisibilidade
Recentemente, tem circulado com força nas redes sociais — especialmente em grupos de debate em Minas Gerais — um vídeo que apresenta uma visão contundente sobre a jornada de trabalho e a economia brasileira. Na gravação, uma voz feminina defende que o Brasil, por ser um "país pobre", não pode se dar ao luxo de discutir a jornada 6x1. A narrativa vai além: associa a herança de Getúlio Vargas ao atual governo, sugerindo que o Estado se tornou um "pai" que desestimula o esforço produtivo.
O PIB não é apenas um número, é um processo
A fala utiliza o conceito de PIB (Produto Interno Bruto) para sustentar que "sem produção não há riqueza". Como alguém que passou a vida no chão de fábrica e na manutenção industrial, concordo com a premissa, mas discordo frontalmente da conclusão. O PIB é, de fato, a soma de bens e serviços, mas para que essa soma cresça de forma saudável, é preciso que a peça principal da engrenagem — o trabalhador — esteja em condições plenas de operação.
A ideia de que "precisamos trabalhar muito para reverter o quadro" é válida, mas produtividade não é sinônimo de exaustão. Na mecânica, aprendemos que o excesso de carga sem o tempo de resfriamento leva à fadiga do material. Na economia, forçar uma jornada 6x1 em um país que já enfrenta desafios educacionais e de saúde é apostar no desgaste em vez da inovação.
Vargas, Lula e o Equívoco da "Cultura do Estado"
A crítica apresentada no vídeo rotula as conquistas trabalhistas como uma "herança maldita" que gera dependência. No entanto, é preciso lembrar que foram essas bases que permitiram a criação de uma classe média consumidora. Sem o direito ao descanso e ao consumo, o próprio PIB que a palestrante defende entra em colapso. Afinal, quem comprará os "bens e serviços produzidos" se a classe trabalhadora não tiver tempo nem recursos para usufruí-los?
O argumento de que o Brasil "está fadado à miséria" por causa de governos populistas parece ignorar que a verdadeira riqueza de uma nação nasce da valorização do seu capital humano. Não somos pobres porque trabalhamos pouco; muitas vezes, a pobreza persiste porque o trabalho é desvalorizado e a técnica é substituída pela força bruta.
Conclusão: Narrativas vs. Realidade
As narrativas podem até tentar pintar o descanso como vadiagem, mas a realidade da oficina e da vida ensina o contrário. O progresso real de um país não virá da manutenção de escalas exaustivas, mas da transição para uma economia onde a inteligência, a automação e o bem-estar caminhem juntos. O "Estado pai" que tanto criticam foi, em muitos momentos, o único garantidor de que a máquina não moesse as pessoas em busca de um lucro imediato e insustentável.
"Nos ringues sangrentos da sobrevivência, o espetáculo é dantesco: fardados, operários da ignorância, são lançados contra a casta informal — essa revendedora corrompida pela necessidade.
SAUDADES
terça-feira
A quantos avanços tecnológicos
domingo
“N vezes sem juros”
A propaganda que explora a ignorância, ao promover desprezo ao modelo de desenvolvimento sustentável, abriu espaço para o inconsciente consumismo de produtos e serviços com baixa vida útil. Consumíveis que duram menos que o tempo-parcelamento. O desinteresse por produtos e serviços que não “afrouxem”, quebrem ou desgastem confronta-se com o comércio mau-caráter, que, possuído pela má qualidade, se dispõe à venda.
Quanto mais vendem, mais são considerados meritocratas. Infelizmente vivemos persistentes momentos em que, para um ganhar, outros têm que perder.
Chico Carlos
sábado
quarta-feira
domingo
Sabe-se lá:
sábado
Onde estaria a saudade?
A vida, a vivida vida, o momento e o coração, a saudade; que saudade!
O tempo não passa para com o sonhar, ao recordar, a força da afeição — afeto, amor, amizade — prevalece.
Vento que voa, tempo que passa, vida que vai; murmúrios?
Não leve em conta! Viva também o recordar; "recordar é viver". Assim, vivemos porque amamos.
“Os atrativos da alma são muito mais poderosos que os do físico”, porém, na hora “H” não te esqueças de apagar a luz.
Linda como você jamais surgirá, o sol há brilhar, a sua beleza encontrará refúgio sem que alguém perceba. As folhas do seu passado jamais secarão, tu és parte do que em muitos ficou deixando gostos de paixão; “Saudades”, como foi bom.
sexta-feira
Tirano congresso,
Os que assolam ao povo pobre e carente da próspera informação; braço forte da tirania. A quantas revoluções industriais, educacionalmente, deixam de dar destaque a pública educação, aos avanços tecnológicos e respectivas mudanças nas legislações trabalhistas e previdenciária?
"O que é legislação trabalhista e previdenciária de SST"
"A legislação trabalhista – famosa CLT – trata dos direitos e obrigações do trabalhador e define o que o empregador deve cumprir. Já a legislação previdenciária de SST visa proteger mais especificamente a saúde do colaborador no ambiente de trabalho."
Mal sabemos da nossa relação profissional com a citada legislação, famosa CLT; a que trata dos direitos e obrigações do trabalhador e define o que o empregador deve cumprir; da legislação previdenciária de SST, segurança e Saúde do Trabalhador.
A quantos decretos somos injustiçados, submetidos e castigados mediante supostas regulamentações das leis trabalhista e previdenciária?
A quantas leis o nosso país se opõe ao progresso, deixando de acompanhar e incrementar a educação?
Por quanto tempo seremos politicamente amordaçados, submetidos; castigados?
terça-feira
Opressores reacionários tapados de lógica
Aquele que sistematicamente se opõe aos direitos trabalhistas e à seguridade social ignora que esta última constitui o pilar das políticas de amparo ao cidadão e à sua família em momentos de vulnerabilidade, como a velhice, a doença e o desemprego.
— A maioria destes opressores reacionários e antidemocráticos são, profissionalmente, simulacros. Na verdade, não dominam sequer a matéria-prima do que comercializam; desconhecem o processo de construção ou o rigor técnico necessário à prestação dos serviços que vendem.
— Priorizam formas abstratas de sobrevivência — conceitos que habitam apenas o campo das ideias — em detrimento do formalismo profissional regido pelas leis trabalhistas e pelos direitos previdenciários.
— São "midiatizados aculturados": abstracionistas e informais financeiramente privilegiados que, com artimanha, propagandeiam e barganham em trocas desiguais, onde, lícita ou ilicitamente, apenas uma das partes é favorecida.
— Não possuem interesse humanitário em compreender as consequências nocivas dos produtos ou supostos serviços que ofertam. Desconhecem a origem, a autoria ou o esforço de quem idealizou, projetou e fabricou.
— São exploradores da necessidade alheia, da fé e da falta de esclarecimento do povo. Ambiciosos imoderados, são capazes de promover atos abomináveis, desprovidos de lógica, visão social ou embasamento científico e tecnológico. São os semeadores da deselegância moral que afeta e aflige a subsistência de milhões de brasileiros.
sábado
Aqui, camarada, se liga na mensagem
sexta-feira
Da Engrenagem ao Algoritmo: A Evolução Contínua como Estilo de Vida
DA SOCIAL-DEMOCRACIA PARA AMBICIOSOS DO CAPITALISMO SELVAGEM:
segunda-feira
"Brizolifique-se Darciliando-se"
quarta-feira
Os males do mundo propaganda
O gosto da saudade
domingo
Hipotecado futuro
— Na concentração de
riquezas que sempre e somente beneficiou os mais ricos e as grandes
corporações, comprometendo antecipadamente e pondo em risco; hipotecado o
futuro das novas gerações;
— No ódio vindo da
elite globalizada e, em você “tudo a ver;”
— Nos que defendem a
não participação do estado na economia;
— Em à mídia golpista
que, ganha a vida propagandeando produtos e serviços frutos da corrupção
neoliberal;
— Nos exploradores
que se mantém mediante juros e prolongadas prestações; consignados;
— Na diferença,
entre, o que os bancos pagam na captação de recursos e o que eles cobram ao
conceder um empréstimo para uma pessoa física ou jurídica — no spread
bancário. No valor do spread bancário estão embutidos também impostos como
o IOF e o CPMF;
— Nos cartéis
empresariais (ministério da justiça vai recomendar multa contra cartel de
cimento);
— No mercado dos
empréstimos consignados e nos seus endividados juros de mora;
— Em à ilusória
propaganda que manipula a ignorância descontrolando as necessidades de consumo
de milhões de brasileiros;
— No capital
misto/privado que pensa em dar o passo maior que as pernas contando com a
liberação do dinheiro público;
— No desejo imoderado
de glória, fortuna; pilar da ignorância — negociatas;
— Nos responsáveis
pela deseducada ansiedade, menor idade, e posterior adulta, ambição financeira,
sofreguidão;
— No comércio,
advogado do diabo, que busca incriminar a pobre classe social;
— Nos cartéis-escolar
públicos/privado — carta marcada;
— Nos que solicitam o
monopólio dos “royalties” do petróleo. Vivemos em uma democracia — poder
executivo, legislativo e judiciário;
— No subsídio que o
estado oferece como capital de giro para a iniciativa privada;
— Em à oposição que
tentou barrar a MP dos portos;
— Nos que querem
privatizar os lucros e estatizar os prejuízos;
— Nos governantes e
governados que buscam lucrar através do metro quadrado favelado;
— No “deficit”
democrático — falta de pessoas escolhidas pelo público…;
— Na contenda e
tribulação neopentecostal — assembleias de deus, universal…;
— Em à concorrência
religiosa e, nos que utilizam o nome de deus em vão — irmãos;
— No judiciário que
caminha lento e na atual ordem social que desconstrói a ordem jurídica,
construindo a consequente cultura do desgosto, da morte; do corporativismo.












