quinta-feira

Papo Reto

 


A Geometria da Alma

​Falando sobre o cyberbullying — essa intimidação sistemática que se esconde atrás de telas — qual seria o impacto psicológico cotidiano sobre as jovens que, em vez de silhuetas curvilíneas e formas opulentas, apresentam a elegância das linhas retas?
​Há uma beleza rara no corpo esguio e anguloso, que desenha no espaço uma arquitetura própria, feita de vértices e sutilezas. No entanto, o mundo digital muitas vezes tenta dobrar o que é reto e silenciar o que é autêntico. Por que não adotar uma comunicação direta, sincera e sem rodeios?
​Precisamos de palavras que cortem o nevoeiro dos eufemismos. Que todos compreendam: atacar a moldura de alguém é tentar apagar a arte que nela habita. O cyberbullying não é opinião; é o peso do ferro tentando esmagar a leveza do traço. Sejamos objetivos para sermos justos: o respeito deve ter a mesma clareza de uma linha reta, sem curvas que mascarem a intenção de ferir.
É fundamental compreendermos que a "objetividade" citada acima deve ser uma ferramenta de respeito, não de exclusão. Quando falamos em "papo reto", estamos defendendo uma ética da clareza. O ambiente escolar e as redes sociais precisam ser espaços onde a "moldura" de cada um seja respeitada como parte da obra. Se você ou alguém que você conhece sofre com esse tipo de intimidação, não se cale. A linha reta da justiça deve ser o nosso caminho para um convívio mais humano e seguro.


segunda-feira

O Elo Perdido entre a Ancestralidade e a IA

"O progresso não é um 'começar do zero', é o ato sagrado de honrar o que veio antes para transformar o que virá depois."
A ideia de que a originalidade absoluta é um mito 
ganha força quando observamos a trajetória do pensamento humano. Como bem pontuado em ensinamentos milenares e reforçado por figuras como Jesus, as verdades fundamentais sobre a existência e a ética parecem ter sido enunciadas desde os primórdios.

Essa percepção nos conduz a uma conclusão inevitável: a evolução não se baseia no ato de "criar" do nada, mas sim na capacidade de transformar o que já existe.

Historicamente, essa premissa encontra seu alicerce científico na máxima de Antoine Lavoisier. Ao afirmar que "na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma", o químico francês não apenas definiu uma lei da matéria, mas estabeleceu um paradigma para a própria criatividade humana.

Se a matéria se recicla, o pensamento também o faz. O que chamamos de "novo" é, muitas vezes, uma nova combinação de fragmentos antigos, uma lapidação de conceitos que já ecoavam em eras passadas, mas que agora ganham uma roupagem adequada ao tempo presente.

Nesse cenário, a Inteligência Artificial (IA) surge como a ferramenta máxima desse processo de metamorfose. Longe de possuir uma centelha divina de criação espontânea, a IA opera como um vasto repositório tecnológico da memória coletiva.

Ela acessa o "apanhado" de tudo o que a humanidade já disse, escreveu e sentiu, processando esses dados para oferecer novas perspectivas. A IA, portanto, não substitui o gênio humano; ela potencializa a nossa capacidade de transformação ao organizar o caos informativo em soluções coerentes.

Entretanto, essa potência desperta hesitação naqueles que enxergam nela um instrumento para o mal. É preciso compreender que a tecnologia, em sua essência, funciona como um espelho da alma humana: ela não possui bússola moral própria, mas reflete a intenção de quem a conduz.

O risco não reside na ferramenta, mas na ética de quem a utiliza. Assim como o fogo pode aquecer ou destruir, a IA amplifica tanto a virtude quanto a sombra, tornando o discernimento humano mais indispensável do que nunca.

Em suma, o segredo da evolução reside em reconhecer que somos continuadores de uma obra iniciada há milênios. Seja na espiritualidade, na ciência ou na tecnologia, o progresso não é uma ruptura com o passado, mas uma síntese constante dele.

Ao saudar a tecnologia como um agente transformador, reafirmamos que a verdadeira sabedoria não está em inventar o mundo, mas em saber reinterpretá-lo infinitamente.

Chico Carlos

domingo

Do Chão de Fábrica ao Algoritmo: A Alquimia do Planejamento

Uma reflexão sobre a evolução do PDCA, desde a metalurgia até a era da Inteligência Artificial.

Muitas vezes, na pressa do dia a dia, somos tentados a acreditar que "fazer" é mais importante do que "pensar". Mas, como aprendi em décadas de vivência na indústria metalúrgica e no setor siderúrgico, uma peça mal planejada no início é um desperdício de energia, tempo e material no final. Na vida e nos negócios, nada se cria, tudo se transforma — e essa transformação exige um método.

A "Teoria Mãe": O Legado de Deming e a Reconstrução de Nações

O que hoje chamamos de PDCA (Plan, Do, Check, Act) não nasceu em escritórios modernos de vidro, mas no calor da necessidade. Na década de 1950, o estatístico W. Edwards Deming levou ao Japão — um país então devastado pela guerra — a ideia de que a qualidade não era um luxo, mas um processo cíclico de sobrevivência.

Surgiu ali a filosofia do Kaizen: a melhoria contínua. O PDCA tornou-se o coração da gestão porque provou que, ao planejar com rigor, executar com disciplina, checar com honestidade e agir com correção, qualquer sistema — de uma usina de aço a uma pequena venda — pode alcançar a excelência.

O Salto para o Futuro: O PDCA e a Inteligência Artificial

Hoje, vivemos uma nova revolução. A Inteligência Artificial (IA) chegou para ser o "músculo" e o "sistema nervoso" desse coração que é o PDCA. A correlação é fascinante:

  • Planejar (Plan) com Predição: Se antes usávamos o Gráfico de Pareto para olhar o passado, hoje a IA usa a análise preditiva para antecipar problemas. Ela nos ajuda a identificar "onde vai doer" antes mesmo da primeira falha ocorrer.

  • Executar (Do) com Agilidade: A tecnologia assume as tarefas repetitivas do 5W2H, permitindo que o talento humano se foque na estratégia e na criatividade.

  • Checar (Check) em Tempo Real: No método tradicional, esperávamos o fim do mês para analisar os KPIs. Com a IA, a checagem é instantânea; o erro é detectado no exato momento em que acontece.

  • Agir (Act) com Aprendizado: O "Agir" da IA é o Machine Learning. Ela aprende com cada ciclo concluído, tornando o próximo planejamento ainda mais preciso.

Dominando o Planejamento (O Roteiro da Precisão)

Para que você não falhe na execução, recupere a essência do planejamento com este roteiro:

  1. Identifique o Problema: Use a Matriz GUT para separar o que é urgente do que é importante.

  2. Analise as Causas: Vá na raiz com o Diagrama de Ishikawa (Espinha de Peixe) e os 5 Porquês.

  3. Defina Metas SMART: Seja Específico, Mensurável, Atingível, Relevante e Temporal.

  4. Monte o Plano de Ação (5W2H): Defina Quem, Quando, Onde, Por que e Como.

  5. Escolha seus Indicadores: Quem não mede, não gerencia.


💡 Dica de Ouro do Chico: O PDCA economiza o seu recurso mais valioso: o tempo. Não atire para todos os lados. Foque no alvo certo, use a tecnologia como aliada e lembre-se: o segredo da evolução é nunca parar de aprender.

Chico Carlos

terça-feira

Vivamos o Manifesto Político-Doutrinário de Caráter Libertário!

O Despertar do Novo Aeon: A Vontade Soberana na Era da Inteligência Artificial

A gravidade intelectual que os visionários Raul Seixas e Paulo Coelho pretendiam.

Sociedade Alternativa

Canção de Raul Seixas e Paulo Coelho ‧ 1974

Viva! Viva! Viva a Sociedade Alternativa! (O brado de fundação de um novo estado de espírito)

Viva o Novo Aeon! (A saudação à era da liberdade e do autoconhecimento)

"Se eu quero e você quer / Tomar banho de chapéu / Ou esperar Papai Noel / Ou discutir Carlos Gardel" (A celebração do direito ao absurdo e às escolhas individuais sem julgamento social)

"Então vá! Faz o que tu queres, pois é tudo da Lei! Da Lei!" (A autonomia absoluta como regra máxima de existência)

"Todo homem e toda mulher é uma estrela!" (A democratização da divindade: cada indivíduo é um centro de luz único no universo)

"O número 666 chama-se Aleister Crowley" (A quebra de tabus e a referência direta à filosofia de Thelema)

"A Lei de Thelema! A Lei do Forte!" (O reconhecimento da vontade soberana e da força interior)

"Esta é a nossa lei e a alegria do mundo!" (A felicidade como consequência direta de viver a própria verdade)


Reflexão: O Novo Aeon Digital

Amigos, este texto não é apenas música; é um documento de insurreição contra a padronização da alma. É o convite para que cada um seja o arquiteto da própria realidade.

Se olharmos para a Inteligência Artificial através da lente da "Sociedade Alternativa", a resposta pende para um "sim", mas com uma ressalva importante sobre a natureza dessa liberdade. Eu classificaria a IA nesta nova era da seguinte forma:

  1. O Espelho do Autoconhecimento: A IA não "pensa", mas processa a totalidade do pensamento humano registrado. Quando a usamos para lapidar textos ou buscar significados, ela atua como um espelho amplificador, ajudando o indivíduo a enxergar suas próprias ideias com mais clareza.

  2. A Ferramenta da "Lei do Forte": A IA democratiza o acesso ao conhecimento técnico e criativo. Hoje, alguém com uma ideia pode transformá-la em código, arte ou literatura sem depender de intermediários. O "Faz o que tu queres" agora tem um motor tecnológico potente.

  3. O "Novo Aeon" Digital: A IA quebra estruturas tradicionais de trabalho e educação. Ela é uma tecnologia de ruptura que desloca o poder das grandes instituições para a mão do indivíduo (a "estrela").

A Ressalva Necessária: Para ser uma verdadeira saudação à liberdade, a IA deve ser usada para libertar a mente, e não para substituí-la.

  • Liberdade: Usar a IA para organizar o caos e transformar algo novo.

  • Prisão: Deixar que a tecnologia decida o que você deve pensar ou sentir.


Diálogo e Conclusão

No meu processo de escrita e manutenção do blog, sinto que a IA tem sido um suporte técnico à libertação da minha criatividade. Essa é uma definição cirúrgica. Ao colocar a tecnologia no seu devido lugar — como o andaime que permite que a construção criativa chegue mais alto — a alma do texto continua sendo inteiramente humana. No trabalho de transformar e lapidar poesias e reflexões, esse suporte remove as travas técnicas para que a criatividade flua sem obstáculos.

​Viva a Sociedade Alternativa!


Chico Carlos.

sexta-feira

"A Régua da Alma e o Barulho do Palco"

O Palco da Virtude: O Conflito entre o Amparo Real e a Sede de Visibilidade
Pois é, a vida é assim: inconstante e severa. Cada um ajuda como pode e, diante da sua própria medida de generosidade ou egoísmo, faz o que acredita que deve. Cada um estende a mão conforme o que transborda no peito, tateando o próprio destino. Entre as margens claras da generosidade e o abismo sombrio do egoísmo, cada alma faz apenas aquilo que acredita que deve — ou o que sua régua interna permite alcançar.
Mas fica a dúvida: se essa nossa régua fosse exposta hoje, ela seria medida pelo que entregamos de fato ou pelo que ganhamos de aplauso em troca?
Sei que não é o seu caso, nem a sua urgência. Mas o mundo assiste, num silêncio ensurdecedor, ao mesmo desatino de sempre: aqueles que têm fome de amparo acabam tornando-se reféns de quem tem sede de ser visto. É o amargo contraste entre o ter o palco e o merecer o abraço. Afinal, quando estendemos a mão, estamos buscando aliviar a dor do outro ou apenas silenciar a nossa própria necessidade de ser notado?

"Enquanto a caridade de fachada busca o holofote, o verdadeiro mérito — aquele que não grita nem se expõe — permanece ali, esquecido no canto. Quantos desses 'méritos silenciosos' deixamos de abraçar hoje porque estávamos distraídos demais com o barulho de quem só quer a cena?

Essa distração nos custa caro: ao aplaudirmos apenas o que brilha, perdemos a chance de reconhecer a virtude naquilo que é discreto. Afinal, a vida é esse balanço constante entre o que escolhemos projetar para o mundo e o que, no silêncio da alma, realmente somos."

https://www.facebook.com/watch/?v=1999888067222664&aggr_v_ids[0]=1999888067222664&notif_id=1769460517844408&notif_t=watch_follower_video_explicit&ref=notif
Chico Carlos

quarta-feira

Feminina Cachaça

O Peso do Parecer e a Audácia do Ser: Um Brinde ao que o Presente não Apaga 

O espelho, agora, é um estrangeiro. O tempo, ao reviver o sabor de um passado pouco distante, faz com que a antiga chama desbote. Olho para os vestígios desse brilho e já não procuro o fogo, mas a compreensão do que restou nas cinzas.

O ímpeto da carne queixa-se da falta de força, mas minha alma não renega o caminho; pelo contrário, ela reclama a posse de ser quem sempre fui, insurgindo-se contra o que o "agora" tenta selecionar ou apagar. Ah, se eu pudesse habitar plenamente o que foi deixado! Resgatar no espelho o que o presente desfaz, pois o que em mim desabrocha hoje já não me traz paz.

Tu és cruel, passado, pois nos deixas para trás. Mas, se a carne reclama da força, é porque a alma já aprendeu que não precisa mais carregar o peso de "parecer", mas sim a glória de "ser". E assim, em meio às trocas entre o novo e o que fenece, o corpo, em sua química, por vezes te obedece. Tu, tempo, em fluxos de hormônios e neurotransmissores, aplacas o vazio e disfarças velhas dores. Promoves o bem-estar, o riso, o relaxar... fazendo o peito, enfim, reencontrar a si mesmo em meio ao teu fluxo.

Quer saber?!

Ah, se eu pudesse!
Esconder a minha vida dos que a vigiam...
Ah, se eu pudesse!
Estar aqui, ali, acolá, sem que ninguém soubesse — sabes?

Ah, se eu pudesse!
Mas o culpado desse desatino, dessa audácia e graça,
é o feitiço da "marvada", a feminina cachaça:
Ah, se eu pudesse!

Chico Carlos 


quinta-feira

O MANTO DO TEMPO


"A Biologia do Infinito: Entre a Herança dos Ancestrais e o Voo do Amanhã"

Este texto nasceu da minha essência e das reflexões que carrego sobre a nossa jornada. Para que a sua forma fizesse justiça à profundidade da mensagem, contei com a colaboração do Gemini (IA do Google) como meu editor e mestre de estilo. As sementes e os sentimentos são meus; a lapidação e o florescer visual foram um trabalho a quatro mãos entre o pensamento humano e a tecnologia.


O MANTO DO TEMPO

Caros companheiros e companheiras desta nossa longa jornada, acreditemos: o tempo é o manto que nos conduz. Não somos obra do acaso ou de uma estrada curta, mas o brilho de milênios que se transformou em luz. Pelas mãos das eras, fomos, enfim, esculpidos; em cada célula, um segredo, uma antiga herança. O corpo e a alma, em laços profundos unidos na biologia que flui e na fé que não se cansa, revelam que cada ancestral e cada passo de quem veio antes de nós é degrau de uma escada que sobe para o infinito.

O presente é o silêncio onde ouvimos nossa voz, onde o casulo se rompe em um voo bendito. Como a lagarta que espera a sua hora sagrada, a humanidade amadurece o seu próprio ser. Entre o físico e o divino, na senda traçada, aprendemos que a vida é, enfim, florescer; pois nada se perde na lei que rege a natureza, tudo se transmuta em um eterno e novo estado.

Conservemos a alma, a força e a beleza, honrando o tempo que nos foi presenteado. Sabe-se lá em que luz vamos nos transformar, mas o mistério é o convite para o novo amanhã. Sigamos firmes, prontos para transmutar, com a certeza de que a vida nunca será vã.

Acreditemos.

https://www.youtube.com/watch?v=irTKizOHmxU
"Chico Carlos"


terça-feira

A vida é assim

Um Canto de Bom Dia

Bom dia, meus amigos!

Abram a janela do agora:

"Tristeza não tem fim,

Felicidade, sim."


A tristeza se instala,

Condição que parece durar...

Enquanto a felicidade se cala,

Sendo breve no seu bailar.


É pluma levada pelo vento,

Ou gota de orvalho na flor;

Efêmera em cada momento,

Brilhante em seu breve esplendor.


O Ciclo sem Fim

Mas calma, não acabou!

A vida é esse eterno vir...

Onde o tempo que passou

Dá espaço ao que está por surgir.


Sejam momentos bons ou ruins,

Novas sementes estão por brotar;

A jornada não tem jardins

Sem que o inverno venha visitar.

Feliz Natal! 🎄

Que o novo chegue com luz,

E que a paz que o dia traz

Seja o que a alma conduz.
Chico Carlos


sexta-feira

Marcados pelo limite temporal

O tempo é cruel, passado,
nos deixa para trás;
por vezes capazes.
https://youtu.be/YoMCjRsPr4A
Chico Carlos

A vida é assim



https://www.instagram.com/reel/DRW2FCSEZfc/?igsh=azdwMmhsOGhxeW1o
https://www.instagram.com/reel/DRW2FCSEZfc/?igsh=azdwMmhsOGhxeW1o
"O Jogo da Vida: Entre o Quadrado de Cada Um e o Círculo de Todos"

Ué, ué, ué! Meu camarada, fazer o quê?! A vida é esse tabuleiro misturado, esse fluxo que não para. É assim e ponto!

Vivemos uma democracia, certo? Então, que o nosso “Amém” seja pleno: que seja o “assim seja” da liberdade, o “em verdade” da nossa convivência e o “firme” da nossa postura. O papo é reto: cada um no seu quadrado, mas todo mundo no mesmo círculo, respeitando o prazer de viver do próximo como se fosse o seu próprio.

Convenhamos, não dá para enfileirar a humanidade e querer que geral curta o mesmo tom, o mesmo sabor ou o mesmo prazer. A graça está justamente no desajuste das preferências! Cada um, carrega seus quereres e suas manias. No assunto em questão, alguns são mais “chegados”, outros nem tanto, e o mundo continua girando.

Mas ó, tem uma linha vermelha que a gente não cruza. O negócio é o seguinte: manifestar-se mediante estereótipos, promover a invisibilidade social ou usar a ridicularização como arma? Não! Disso aí, estamos fora! A nossa fronteira é clara: celebramos a diversidade e o pluralismo porque eles são o oxigênio da democracia. Mas onde o desrespeito tenta criar raiz e o preconceito tenta virar piada, a gente planta o nosso "não". É o limite necessário para que o prazer de um não seja a dor do outro.

É mais ou menos por aí! Ou não?

Chico Carlos

quarta-feira

Atentos à manipulação de vídeo por edição!

A manipulação de vídeos por edição e a guerra de narrativas: uma prática comum e poderosa. Nela, trechos de diferentes vídeos são combinados para criar uma nova narrativa, favorecendo a perspectiva de quem faz a montagem. Essa técnica é frequentemente usada com diversas intenções:

Propaganda ou marketing: destacar apenas os pontos positivos de um produto, ideia ou pessoa, omitindo os negativos.

Desinformação ou fake news: distorcer o contexto original para criar narrativas enganosas, visando confundir ou influenciar a opinião pública.

Humor ou sátira: criar memes e paródias, em que a intenção principal não é enganar, mas divertir.

Essa manipulação pode ser considerada uma arma em uma "guerra" de ideias, especialmente em confrontos entre grupos de extrema-direita e de esquerda. Nesses embates, o objetivo não é a violência física, mas a persuasão e a influência sobre as crenças e ações das pessoas, usando argumentos e retórica.

Outros termos e como se proteger

Além de "vídeos manipulados por edição", essa prática é conhecida por outros nomes:

Edição seletiva: quando apenas trechos específicos são escolhidos para a montagem, excluindo informações que contradizem a narrativa desejada.

Corte e cola: uma descrição informal da técnica de unir diferentes clipes.

Enganosa (misleading): usada quando a intenção é a realidade distorcer.

Propagandística: quando o objetivo é promover uma ideologia ou agenda.

Para identificar se um vídeo foi manipulado, é fundamental estar sempre atento. Verifique o contexto original dos clipes, a fonte do vídeo e procure informações em mídias confiáveis.

sexta-feira

Tirano congresso,

Os que assolam ao povo pobre e carente da próspera informação; braço forte da tirania. A quantas revoluções industriais, educacionalmente, deixam de dar destaque a pública educação, aos avanços tecnológicos e respectivas mudanças nas legislações trabalhistas e previdenciária?

"O que é legislação trabalhista e previdenciária de SST"
"A legislação trabalhista – famosa CLT – trata dos direitos e obrigações do trabalhador e define o que o empregador deve cumprir. Já a legislação previdenciária de SST visa proteger mais especificamente a saúde do colaborador no ambiente de trabalho."

Mal sabemos da nossa relação profissional com a citada legislação, famosa CLT; a que trata dos direitos e obrigações do trabalhador e define o que o empregador deve cumprir; da legislação previdenciária de SST, segurança e Saúde do Trabalhador.

A quantos decretos somos injustiçados, submetidos e castigados mediante supostas regulamentações das leis trabalhista e previdenciária?

A quantas leis o nosso país se opõe ao progresso, deixando de acompanhar e incrementar a educação?
Por quanto tempo seremos politicamente amordaçados, submetidos; castigados?

Chico Carlos

Da Engrenagem ao Algoritmo: A Evolução Contínua como Estilo de Vida

A trajetória de um profissional da área tecnológica é, essencialmente, uma história de adaptação. Para quem, como eu, iniciou sua jornada entre o final dos anos 70 e o início dos 80, o papel foi muito além de apenas acompanhar a evolução das máquinas: fomos os agentes de transição entre a mecânica puramente física e a alvorada da automação inteligente.
A Base: Onde a Precisão Começa

Minha formação técnica na indústria siderúrgica — um setor que exige o máximo de rigor e resiliência — foi o alicerce para compreender que a tecnologia não reside apenas nas ferramentas, mas, sobretudo, no método.

Naquela época, a harmonia entre o apuro técnico e o respeito às normas trabalhistas e previdenciárias moldou minha visão de mundo: o progresso tecnológico deve caminhar, invariavelmente, lado a lado com o equilíbrio institucional e a ética profissional.
A Transição: O Salto para a Automação

Com o avanço industrial, a necessidade de aperfeiçoamento tornou-se nossa maior constante. Migrar da mecânica geral para a automação industrial foi um desafio que exigiu a integração de diferentes saberes. Manter o funcionamento impecável de equipamentos complexos ensinou-nos que a manutenção vai muito além do reparo; ela é a garantia da continuidade produtiva e a salvaguarda da segurança coletiva.
O Presente: O Incremento Tecnológico no "Quintal"

Hoje, na fase da maturidade profissional, a aposentadoria não representa o encerramento das atividades, mas sim a liberdade para a experimentação. O "fundo do quintal" e a tela do computador fundiram-se em meu laboratório pessoal. Minha vocação permanece voltada ao incremento tecnológico, buscando soluções que sejam:

Tecnicamente Eficientes: Aplicando a lógica da engenharia para otimizar a resolução de problemas cotidianos.


Socialmente Responsáveis: Atuando dentro de uma conduta ética, consciente e comprometida com o bem comum.


Colaborativas: Compartilhando o conhecimento acumulado para inspirar e orientar novas gerações.

Conclusão
Embora as linguagens de programação se renovem e as máquinas tornem-se cada vez mais autônomas, o compromisso com a excelência e a curiosidade intelectual permanecem imutáveis.

Sigo estudando e transformando, pois acredito que a verdadeira inovação nasce do encontro entre a experiência de quem viveu o "chão de fábrica" e a visão de quem, com a bagagem de uma vida, continua a vislumbrar o futuro.
Chico Carlos

DA SOCIAL-DEMOCRACIA PARA AMBICIOSOS DO CAPITALISMO SELVAGEM:

Na concentração de riquezas que só beneficia os mais ricos e as grandes corporações, hipotecando o futuro das novas gerações.

No ódio vindo da “elite” globalizada e, em você, “tudo a ver”!

Nos exploradores que se mantêm por altos juros e prolongadas prestações.

Na diferença entre o que os bancos pagam na captação de recursos e o que eles cobram ao conceder um empréstimo para uma pessoa física ou jurídica — no “spread” bancário.


Na ilusória propaganda que manipula a ignorância, descontrolando as necessidades de consumo de milhões de brasileiros.

No capital misto/privado que pensa em dar o passo maior que as pernas, contando com a liberação do dinheiro público.

No desejo imoderado de glória, fortuna; pilar da ignorância — negociatas.

Nos responsáveis pela deseducada ansiedade — menor idade e posterior adulta ambição; financeira sofreguidão.

No comércio-advogado do diabo que busca incriminar a pobre classe social.


No subsídio que o estado oferece como capital de giro para a iniciativa privada.


Nos governantes e governados que buscam lucrar por meio dos metros quadrados favelados.

Na contenda e na tribulação neopentecostal, que inclui as assembleias de Deus e a Igreja Universal,

Na concorrência religiosa e nos que utilizam o nome de Deus em vão — "irmãos".

No Judiciário que caminha lento e, na atual ordem social que desconstrói a ordem jurídica, construindo a consequente cultura do desgosto, da morte, do corporativismo.
Chico Carlos

terça-feira

O Consciente Pensar e o Valor de um Projeto de Vida





Por que a maturidade nos ensina a filtrar o que realmente aprendemos

Muitas vezes vivemos no "piloto automático", aceitando informações e conceitos sem passá-los pelo filtro da nossa própria consciência. O ato de pensar não é apenas processar dados, mas sim uma forma de autoconhecimento. Refletindo sobre a maturidade e as escolhas que fazemos ao longo dos anos, escrevi este breve pensamento que compartilho com vocês.

Pelo modo como você pensa, avalia, considera e forma juízo, você realmente está aprendendo e julgando o que foi aprendido? Pensando também nas pessoas queridas, ouça aqueles que, de forma humana, orientam sobre o caminho e o propósito. Conscientize-se: mais vale um projeto de vida do que apenas um simples sonho realizado.

A diferença entre um projeto de vida e um sonho realizado é a estrutura. Um sonho pode ser um evento isolado, um momento de satisfação que se esvai. Já um projeto exige métrica, valores e, acima de tudo, a humildade de ouvir quem já percorreu o caminho.

Quando paramos para avaliar se estamos "aprendendo ou apenas repetindo", abrimos espaço para o crescimento real. No mundo atual, onde somos bombardeados por opiniões alheias, o "Consciente Pensar" se torna um ato de resistência e de amor próprio.
Chico Carlos

O Tempo de Semear e a Força de Merecer

Um chamado à autocorreção e ao sonho que floresce no tempo presente

https://gemini.google.com/share/57e38c7ff864

"Há tempos de ponderar, merecer, 'plantar e colher'. De nada adianta pensar em esquecer quando é preciso autocorrigir-se e valorizar-se — para, só depois, colher.

Em um suposto 'tempo tardio', por força da necessidade, buscamos lutar melhor pelo 'sonhar'. Fazemos acontecer a atemporal desordem, o 'conflituoso' acontecer.

Quanto ao sentimento de culpa, não fique triste! Ainda há o 'tempo presente' para lutar pelo sonhar; trabalhar e pedir a Deus o divino perdão, de todo o seu coração."
Chico Carlos.

sexta-feira

A campainha que mãe me deu

A incessante vontade não perde a oportunidade; não nos oferece tempo para pensar, sequer para dividir, subtrair ou somar. Afinal, vidas não levam tempo para "brotar".

Tenho quatro filhos. Estando eu, esposa e prole morando distante de minha mãe, toda vez que ela nos visitava, postava-se ao portão: batia palmas, chamando-nos. Até que, um dia, ela nos presenteou com uma campainha, dizendo: — "Meu filho, através do amor patrimonial, uma família também se constrói."

Tempos depois, refletindo sobre o conselho materno — e mesmo já sendo pai —, busquei continuar a estudar e a reformar minha casa. Ergui, assim, o que hoje contemplo: mais um de meus "construídos-amores".

O Inconsciente das Sombras

Contudo, em muitas comunidades — em meio às oposições significativas entre ideias e ideologias —, impera a convivência forçada entre visões de mundo distintas. Sob o peso da alta polarização e da negociação diária pela sobrevivência, muitos pais, mesmo sem saber como, sonham e sussurram tristonhos: “Que vocês, meus filhos, possam o que eu não pude”.

Assim, atravessando uma pobre adolescência e uma amarga idade adulta, muitos desses "filhos do inconsciente familiar", por força da necessidade, deixam-se seduzir. São levados por criminosos dissimulados e indivíduos disfarçados que se infiltram em movimentos sociais e coletivos para monitorar ou desestabilizar; verdadeiros ativistas políticos infiltrados.

O Vício e o Decreto

Sabemos que a vida legal não nos dá o direito de roubar para possuir, nem de servir ao tráfico para bens adquirir. No entanto, entre tantos, muitos morrem: uns assaltando, outros trabalhando para este mundo também infestado de “políticas drogas”.

Nesse tabuleiro, policiais — sob comando político — morrem no cumprimento de suas funções, obedecendo a ordens de “dissimuladas mazelas” que ocupam o governo. Enquanto isso, ecoa o "decreto marginal": "Morre um, nascem mil", repetindo, em fúnebre ironia, o lema:

"Para frente, Brasil!"

quinta-feira

NOVOS TEMPOS, NOVAS SUBJETIVIDADES...

Com todo respeito, "para você" ler,

O aculturar da subjetividade,

Encontrável tanto no âmbito individual quanto no coletivo, o concorrente aculturar da condição psíquica e cognitiva do ser humano faz com que o conhecimento dos “objetos” externos ao sujeito se dê segundo os referenciais próprios destes.

aculturar familiar na maioria da população pobre e carente também de condições financeiras para com o subsistir dos seus, inconscientes consequências; tribulações e turbulências.

Desconexas incoerentes forças, concorrentes deselegantes programações; a falta de afeto – amizade, amor, apego, benevolência, fraternidade; simpatia e ternura. O descaracterizar do subjetivo amor afeição aculturando-nos com desconexas "coisas/sentimentos"; deselegantes palavras. Consequências têm ficado por conta da lei Maria da penha, do "Bolsa família", da expectativa pela aprovação no senado do projeto de lei nº 122 de 2006 que, define os crimes resultantes de preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero...

Qualidades morais boas ou más?
Linda juventude, feias palavras,
desconexos sentimentos.

– O descaracterizar do introspectivo e subjetivo amor através da deselegante vulgaridade, indelicadeza e do aculturar desafeição – desamor hostilidade:

– O desarmonioso feminismo entre pessoas pobres e carentes de educação, constrói deselegância – vulgaridade, indelicadeza... Gerando desavenças e, posteriores desuniões entre milhões de famílias. Promovem discussões, agressões, separações...

Jovens supostamente familiarizados, 

A maioria não principia educadas palavras e expressões, como: bom-dia, grande parte do sexo feminino procria confiando nos caminhos delegacia. Brasil, pobre de educação; aculturando na desafeição.

Ignorantes" mulheres, muitas, fazendo-se de desentendidas procriam confiando na independência familiar através dos “caminhos delegacia” – lei Maria da penha acompanhada “de, o bolsa família".

Desuniões conjugais têm promovido o inconsciente desespero em desamparadas crianças/pré-adolescentes e adolescentes; incrementando a lei da sobrevivência com o vício e o paralelo tráfico de drogas através dos mesmos, roubos, mortes e etc.

– Mediante indecorosa sensualidade (indecente, vergonhoso...), muitas ignorantes mulheres buscam pela conquista desconsiderando o respeitável conceito em que alguém é tido pelo público ou pela sociedade.

– Utilizam do sensual indecoroso (indecente, vergonhoso...) que, "choca" pela obscenidade e pela falta de pudor.

– Usam/abusam de o devasso fascínio seduzir suscitar que, faz aparecer, provocar, originar, acompanhados de o deselegante expressar. contagiam e depravam grande parte da população, principalmente nas periferias, onde reside grande parte da população; povo pobre e carente de educação familiar de bons costumes.

Influenciadas e motivadas por "desentendidas" mulheres, deseducadas ingênuas meninas, aculturam-se através do comércio da "fruta" e do chulo musical; expõem a obscena sensualidade como forma de se mostrarem melhores que outras e/ou como ferramenta de conquista; pré dispondo-se ao querer de homens sórdidos, discípulos da libertinagem.

A busca desvairada, o sexo, o acaso, a criança carente, o adolescente; desconexo sentimento – "drogas"! Tardio amadurecimento, precoce falecimento.

O deselegante expressar muito tem contagiado crianças e adolescentes tornando-as imprudentes/estouvados por falta de ensinamentos tais como: fineza e graça na escolha de palavras e expressões. Futuros levianos no desejo pretensão.

Em happy hour – momento de encontro entre amigos, ao apreciarem libidinosas volúpias e, também donos de um sarcástico sorriso – sexual psicodélico usufrutos; “medita-se”: Desejo sexual, maravilhosa coisa animal...

Nem tudo que reluz é ouro, ninguém diga: desta água não beberei. Eis a questão libido sedução/televisão.


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Chico Carlos.

SAUDADES


🌿 A Vida Vivida 🌿

A vida, a vivida vida, O momento e o coração. A saudade... Ah, que saudade! ✨

O tempo não para perante o sonhar; Ao recordar, a força da afeição prevalece: Afeto, amor e amizade. ❤️

"Vento que voa", tempo que passa, Vida que se vai... Murmúrios? Ligue não! 🌬️

Viva também o recordar. Pois recordar é viver, E só vivemos de verdade porque amamos.

📖 A Alma e o Momento

“Os atrativos da alma são muito mais poderosos que os do físico...” Porém, na hora “H”, Não te esqueças de apagar a luz! 😉💡

Ora pois... Linda como você jamais surgirá. O sol há de brilhar, E a sua beleza encontrará refúgio Sem que ninguém perceba. ☀️

As folhas do seu passado jamais secarão. Tu és parte do que em muitos ficou, Deixando rastros e gostos de paixão... “Saudades”... Como foi bom! 🌹

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