domingo

O Ringue da Invisibilidade

O Mito da Escassez e a Engrenagem do Trabalho: Uma Réplica Necessária

Recentemente, tem circulado com força nas redes sociais — especialmente em grupos de debate em Minas Gerais — um vídeo que apresenta uma visão contundente sobre a jornada de trabalho e a economia brasileira. Na gravação, uma voz feminina defende que o Brasil, por ser um "país pobre", não pode se dar ao luxo de discutir a jornada 6x1. A narrativa vai além: associa a herança de Getúlio Vargas ao atual governo, sugerindo que o Estado se tornou um "pai" que desestimula o esforço produtivo.

O PIB não é apenas um número, é um processo

A fala utiliza o conceito de PIB (Produto Interno Bruto) para sustentar que "sem produção não há riqueza". Como alguém que passou a vida no chão de fábrica e na manutenção industrial, concordo com a premissa, mas discordo frontalmente da conclusão. O PIB é, de fato, a soma de bens e serviços, mas para que essa soma cresça de forma saudável, é preciso que a peça principal da engrenagem — o trabalhador — esteja em condições plenas de operação.

A ideia de que "precisamos trabalhar muito para reverter o quadro" é válida, mas produtividade não é sinônimo de exaustão. Na mecânica, aprendemos que o excesso de carga sem o tempo de resfriamento leva à fadiga do material. Na economia, forçar uma jornada 6x1 em um país que já enfrenta desafios educacionais e de saúde é apostar no desgaste em vez da inovação.

Vargas, Lula e o Equívoco da "Cultura do Estado"

A crítica apresentada no vídeo rotula as conquistas trabalhistas como uma "herança maldita" que gera dependência. No entanto, é preciso lembrar que foram essas bases que permitiram a criação de uma classe média consumidora. Sem o direito ao descanso e ao consumo, o próprio PIB que a palestrante defende entra em colapso. Afinal, quem comprará os "bens e serviços produzidos" se a classe trabalhadora não tiver tempo nem recursos para usufruí-los?

O argumento de que o Brasil "está fadado à miséria" por causa de governos populistas parece ignorar que a verdadeira riqueza de uma nação nasce da valorização do seu capital humano. Não somos pobres porque trabalhamos pouco; muitas vezes, a pobreza persiste porque o trabalho é desvalorizado e a técnica é substituída pela força bruta.

Conclusão: Narrativas vs. Realidade

As narrativas podem até tentar pintar o descanso como vadiagem, mas a realidade da oficina e da vida ensina o contrário. O progresso real de um país não virá da manutenção de escalas exaustivas, mas da transição para uma economia onde a inteligência, a automação e o bem-estar caminhem juntos. O "Estado pai" que tanto criticam foi, em muitos momentos, o único garantidor de que a máquina não moesse as pessoas em busca de um lucro imediato e insustentável.


"Nos ringues sangrentos da sobrevivência, o espetáculo é dantesco: fardados, operários da ignorância, são lançados contra a casta informal — essa revendedora corrompida pela necessidade.


Esta é a guerra santa promovida pelo corona-mercado-neoliberal. No centro da arena, o confronto é desigual: de um lado, a força do Estado vestida de farda; do outro, corpos sem o escudo da educação e sem o suporte financeiro para enfrentar a baixa imunidade. É a carne exposta ao vírus e ao capital.

Eis o veredito desta guerra social: um sistema econômico que, sob o manto da legitimidade dos bens privados e da liberdade irrestrita de comércio, sacrifica o humano no altar do lucro.

Não se enganem, vivemos sob uma doutrina que ressuscita o arcaico: a divisão da sociedade em castas hereditárias. Onde o berço dita o destino e a posição social das famílias sela a sorte dos filhos. Uma hierarquia de sombras, marcada por privilégios de sangue e deveres de escravidão. No fim, o lucro é o único deus que não adoece."
Chico Carlos

SAUDADES

A vida, a vivida vida, o momento e o coração, a saudade, que saudade! O tempo não passa para o sonhar, ao recordar, a força da afeição prevalece.
"Vento que sopra", tempo que passa, vida que vai... murmúrios? Ligue não! Viva também o recordar; recordar é viver; vivemos porque amamos. Os atrativos da alma são muito mais poderosos que os do físico, “porém, na hora h, não te esqueças de apagar a luz”.
Linda, como você jamais surgirá, “o sol há brilhar”, a sua beleza encontrará refúgio sem perceberes. As folhas do seu passado jamais secara, você é parte do que em muitos ficou, deixando gostos de paixão, saudades, como foi bom.
Chico Carlos


terça-feira

A quantos avanços tecnológicos

A quantos avanços tecnológicos se faz com que variadas tecnologias sejam, divulgadas, se tornem conhecidas; difundidas?

“Nas indústrias, o paralelo processo de eliminação ou retenção de poluentes custa muito caro”. Através da Mídia nada se fala. Não se houve falar em estudos técnicos, financeiro, econômico, etc. A quantos avanços tecnológicos, publicamente o Brasil deixa de publicitar a evolução destes?

Através da mídia, desde a ditadura passada, berço das novelas que até hoje encantam ao povão pobre e carente da próspera informação: a quantas evoluções tecnológicas, publicamente se foca na necessidade de acompanhar e educar principalmente o povo pobre e carente?

Repentinas reformas,
Responda-me!? A quantos avanços tecnológicos somos injustiçados — submetidos e castigados por falta de educação/visão tecnológica para com malefícios e benefícios das evoluções? A quantas evoluções tecnológicas se pensou em educar publicamente (ao nível de ensino médio, fundamental e profissional) conscientizando para conseguintes reformas trabalhista e previdenciária? Hein! Explique!?

domingo

“N vezes sem juros”

O guarda-roupa que “você” comprou em um curto espaço de tempo afrouxou, desmontou, quebrou e virou lixo, prejudicando ao conjunto de fatores naturais, sociais e culturais que envolvem a todo o indivíduo e com os quais interagem; o meio ambiente.
A propaganda que explora a ignorância, ao promover desprezo ao modelo de desenvolvimento sustentável, abriu espaço para o inconsciente consumismo de produtos e serviços com baixa vida útil. Consumíveis que duram menos que o tempo-parcelamento. O desinteresse por produtos e serviços que não “afrouxem”, quebrem ou desgastem confronta-se com o comércio mau-caráter, que, possuído pela má qualidade, se dispõe à venda.
Quanto mais vendem, mais são considerados meritocratas. Infelizmente vivemos persistentes momentos em que, para um ganhar, outros têm que perder.

Chico Carlos

sábado

Inconsciente cumplicidade,

A ganância, a exploração da ignorância, a
“segunda intenção” através do midiático
persuadir; consequente escravidão.
“Conhecedor,” consciente ou não, por
onde andaria a sua cumplicidade? 
Falta do saber, omissão do conhecimento, ou
desprezo ao esclarecimento?

quarta-feira

Passageiros


A viagem no tempo, “passageiros”,
quanto mais rápido passa,
menos pressa temos de chegar.

domingo

Sabe-se lá:

Aptidão e poder, também poder; olhos veem, corações a prever; a beleza feminina, sensual bem-querer; o peso do pejo, a força do desejo; o contraste cultural, amor atemporal, a hora h. A vida é assim: início, meio, a busca pelo enfim a sós.

sábado

Onde estaria a saudade?

A vida, a vivida vida, o momento e o coração, a saudade; que saudade!
O tempo não passa para com o sonhar, ao recordar, a força da afeição — afeto, amor, amizade — prevalece.
Vento que voa, tempo que passa, vida que vai; murmúrios?

Não leve em conta! Viva também o recordar; "recordar é viver". Assim, vivemos porque amamos.
“Os atrativos da alma são muito mais poderosos que os do físico”, porém, na hora “H” não te esqueças de apagar a luz.
Linda como você jamais surgirá, o sol há brilhar, a sua beleza encontrará refúgio sem que alguém perceba. As folhas do seu passado jamais secarão, tu és parte do que em muitos ficou deixando gostos de paixão; “Saudades”, como foi bom.

Chico Carlos

sexta-feira

Tirano congresso,

Os que assolam ao povo pobre e carente da próspera informação; braço forte da tirania. A quantas revoluções industriais, educacionalmente, deixam de dar destaque a pública educação, aos avanços tecnológicos e respectivas mudanças nas legislações trabalhistas e previdenciária?

"O que é legislação trabalhista e previdenciária de SST"
"A legislação trabalhista – famosa CLT – trata dos direitos e obrigações do trabalhador e define o que o empregador deve cumprir. Já a legislação previdenciária de SST visa proteger mais especificamente a saúde do colaborador no ambiente de trabalho."

Mal sabemos da nossa relação profissional com a citada legislação, famosa CLT; a que trata dos direitos e obrigações do trabalhador e define o que o empregador deve cumprir; da legislação previdenciária de SST, segurança e Saúde do Trabalhador.

A quantos decretos somos injustiçados, submetidos e castigados mediante supostas regulamentações das leis trabalhista e previdenciária?

A quantas leis o nosso país se opõe ao progresso, deixando de acompanhar e incrementar a educação?
Por quanto tempo seremos politicamente amordaçados, submetidos; castigados?

Chico Carlos

terça-feira

Opressores reacionários tapados de lógica

Aquele que sistematicamente se opõe aos direitos trabalhistas e à seguridade social ignora que esta última constitui o pilar das políticas de amparo ao cidadão e à sua família em momentos de vulnerabilidade, como a velhice, a doença e o desemprego.

— A maioria destes opressores reacionários e antidemocráticos são, profissionalmente, simulacros. Na verdade, não dominam sequer a matéria-prima do que comercializam; desconhecem o processo de construção ou o rigor técnico necessário à prestação dos serviços que vendem.

— Priorizam formas abstratas de sobrevivência — conceitos que habitam apenas o campo das ideias — em detrimento do formalismo profissional regido pelas leis trabalhistas e pelos direitos previdenciários.

— São "midiatizados aculturados": abstracionistas e informais financeiramente privilegiados que, com artimanha, propagandeiam e barganham em trocas desiguais, onde, lícita ou ilicitamente, apenas uma das partes é favorecida.

— Não possuem interesse humanitário em compreender as consequências nocivas dos produtos ou supostos serviços que ofertam. Desconhecem a origem, a autoria ou o esforço de quem idealizou, projetou e fabricou.

— São exploradores da necessidade alheia, da fé e da falta de esclarecimento do povo. Ambiciosos imoderados, são capazes de promover atos abomináveis, desprovidos de lógica, visão social ou embasamento científico e tecnológico. São os semeadores da deselegância moral que afeta e aflige a subsistência de milhões de brasileiros.

https://www.revide.com.br/noticias/brasil/bolsonaro-diz-trabalhador-precisa-ter-menos-direitos-para-o-brasil-gerar-empregos/

Chico Carlos

sábado

Aqui, camarada, se liga na mensagem

"Uma notícia está chegando lá do interior, não deu no rádio, no jornal ou na televisão. Meu povo, atenção: “ficar de frente para o mar, de costas para o Brasil, não vai fazer desse lugar um bom país", tipo, deixando-nos iludir pela mídia golpista e pelos seus terceirizados propagandistas.

Em entrevistas, durante a aparição dos que trabalham contra os seus desregrados ambiciosos interesses, maquinando, jogam com caras e bocas dos seus opositores, um sorriso sarcástico é transformado numa tenebrosa feição.

Se nos deixarmos dominar pelo cultural “Môroar”, “lavajatear;” pelo descalabro humanitário (estado de decadência; queda, ruína cultural; prejuízo danoso) e pelo descomedido — abusado, exagerado, demasiado consumismo provocado pelo desregrado propagandear destes que usam a tecnologia da informação, a serviço do mal: "só Jesus".

“Morôu” — Entendeu, compreendeu, manjou, se ligou? 
Quer saber!?

“Sonhamos” com uma ideologia política e socioeconômica que estabeleça uma “sociedade igualitária”, acabando com a, em demasia, propriedade privada causadora do descalabro humanitário, da desigualdade social."

sexta-feira

Da Engrenagem ao Algoritmo: A Evolução Contínua como Estilo de Vida

A trajetória de um profissional da área tecnológica é, essencialmente, uma história de adaptação. Para quem, como eu, iniciou sua jornada entre o final dos anos 70 e o início dos 80, o papel foi muito além de apenas acompanhar a evolução das máquinas: fomos os agentes de transição entre a mecânica puramente física e a alvorada da automação inteligente.
A Base: Onde a Precisão Começa

Minha formação técnica na indústria siderúrgica — um setor que exige o máximo de rigor e resiliência — foi o alicerce para compreender que a tecnologia não reside apenas nas ferramentas, mas, sobretudo, no método.

Naquela época, a harmonia entre o apuro técnico e o respeito às normas trabalhistas e previdenciárias moldou minha visão de mundo: o progresso tecnológico deve caminhar, invariavelmente, lado a lado com o equilíbrio institucional e a ética profissional.
A Transição: O Salto para a Automação

Com o avanço industrial, a necessidade de aperfeiçoamento tornou-se nossa maior constante. Migrar da mecânica geral para a automação industrial foi um desafio que exigiu a integração de diferentes saberes. Manter o funcionamento impecável de equipamentos complexos ensinou-nos que a manutenção vai muito além do reparo; ela é a garantia da continuidade produtiva e a salvaguarda da segurança coletiva.
O Presente: O Incremento Tecnológico no "Quintal"

Hoje, na fase da maturidade profissional, a aposentadoria não representa o encerramento das atividades, mas sim a liberdade para a experimentação. O "fundo do quintal" e a tela do computador fundiram-se em meu laboratório pessoal. Minha vocação permanece voltada ao incremento tecnológico, buscando soluções que sejam:

Tecnicamente Eficientes: Aplicando a lógica da engenharia para otimizar a resolução de problemas cotidianos.


Socialmente Responsáveis: Atuando dentro de uma conduta ética, consciente e comprometida com o bem comum.


Colaborativas: Compartilhando o conhecimento acumulado para inspirar e orientar novas gerações.

Conclusão
Embora as linguagens de programação se renovem e as máquinas tornem-se cada vez mais autônomas, o compromisso com a excelência e a curiosidade intelectual permanecem imutáveis.

Sigo estudando e transformando, pois acredito que a verdadeira inovação nasce do encontro entre a experiência de quem viveu o "chão de fábrica" e a visão de quem, com a bagagem de uma vida, continua a vislumbrar o futuro.
Chico Carlos

DA SOCIAL-DEMOCRACIA PARA AMBICIOSOS DO CAPITALISMO SELVAGEM:

Na concentração de riquezas que só beneficia os mais ricos e as grandes corporações, hipotecando o futuro das novas gerações.

No ódio vindo da “elite” globalizada e, em você, “tudo a ver”!

Nos exploradores que se mantêm por altos juros e prolongadas prestações.

Na diferença entre o que os bancos pagam na captação de recursos e o que eles cobram ao conceder um empréstimo para uma pessoa física ou jurídica — no “spread” bancário.


Na ilusória propaganda que manipula a ignorância, descontrolando as necessidades de consumo de milhões de brasileiros.

No capital misto/privado que pensa em dar o passo maior que as pernas, contando com a liberação do dinheiro público.

No desejo imoderado de glória, fortuna; pilar da ignorância — negociatas.

Nos responsáveis pela deseducada ansiedade — menor idade e posterior adulta ambição; financeira sofreguidão.

No comércio-advogado do diabo que busca incriminar a pobre classe social.


No subsídio que o estado oferece como capital de giro para a iniciativa privada.


Nos governantes e governados que buscam lucrar por meio dos metros quadrados favelados.

Na contenda e na tribulação neopentecostal, que inclui as assembleias de Deus e a Igreja Universal,

Na concorrência religiosa e nos que utilizam o nome de Deus em vão — "irmãos".

No Judiciário que caminha lento e, na atual ordem social que desconstrói a ordem jurídica, construindo a consequente cultura do desgosto, da morte, do corporativismo.
Chico Carlos

segunda-feira

"Brizolifique-se Darciliando-se"

Para quem enfatizou desponderando, por favor, não custa nada refletir: precisamos o bem fazer aqui para alguém colher ali. Não tem jeito, nada acontece ao estalar dos dedos. 
Pelo bem de nossa nação, humanitáriamente ambicione, tipo: lembra-se do Brizolão? 
“Escola de primeiro grau, com planta arquitetônica padronizada, que em seu plano pedagógico de tempo integral, além das atividades regulares de ensino, buscava integrar comunidade e escola, através de atividades culturais, tais como arte (teatro, música etc.), esporte (natação, futebol etc.) biblioteca etc.” 
Há!! se tivesse funcionado. 

— Com certeza teríamos outros presidentes, senadores, deputados....


Chico Carlos

quarta-feira

Os males do mundo propaganda

O guarda-roupa que você comprou, em um curto espaço de tempo, afrouxou, desmontou e virou lixo, prejudicando ao conjunto de fatores naturais, sociais e culturais que envolvem a todo o indivíduo e com os quais interagem; o meio ambiente.
A política de divulgação — merchandising, abriu espaço para o inconsciente consumismo que promove o desinteresse por um modelo de desenvolvimento sustentável — por produtos e serviços com vida útil tolerável e que durem ao menos mais que o tempo parcelamento prolongado, supostas vezes sem juros.
Diante do necessário possuir, induzem-nos ao desinteresse por produtos e serviços que não “afrouxem”, quebrem ou desgastem, que não se acabem com facilidade, mantendo na compra de um produto ou contratação de um serviço, a satisfatória a relação custo-benefício.
Chico Carlos

O gosto da saudade

A vida, a vivida vida, o momento e o coração, a saudade, que saudade! O tempo não passa para o sonhar, ao recordar, a força da afeição prevalece. Vento que sopra, tempo que passa, vida que vai... murmúrios? Ligue não! Viva também o recordar; recordar é viver; vivemos porque amamos. Os atrativos da alma são muito mais poderosos que os do físico, “porém, na hora h, não te esqueças de apagar a luz”. Linda, como você jamais surgirá, “o sol há brilhar”, a sua beleza encontrará refúgio sem perceberes. As folhas do seu passado jamais secara, você é parte do que em muitos ficou, deixando gostos de paixão, saudades, como foi bom.

Chico Carlos

domingo

Hipotecado futuro

— Na concentração de riquezas que sempre e somente beneficiou os mais ricos e as grandes corporações, comprometendo antecipadamente e pondo em risco; hipotecado o futuro das novas gerações;

— No ódio vindo da elite globalizada e, em você “tudo a ver;”

— Nos que defendem a não participação do estado na economia;

— Em à mídia golpista que, ganha a vida propagandeando produtos e serviços frutos da corrupção neoliberal;

— Nos exploradores que se mantém mediante juros e prolongadas prestações; consignados;

— Na diferença, entre, o que os bancos pagam na captação de recursos e o que eles cobram ao conceder um empréstimo para uma pessoa física ou jurídica — no spread bancário. No valor do spread bancário estão embutidos também impostos como o IOF e o CPMF;

— Nos cartéis empresariais (ministério da justiça vai recomendar multa contra cartel de cimento);

— No mercado dos empréstimos consignados e nos seus endividados juros de mora;

— Em à ilusória propaganda que manipula a ignorância descontrolando as necessidades de consumo de milhões de brasileiros;

— No capital misto/privado que pensa em dar o passo maior que as pernas contando com a liberação do dinheiro público;

— No desejo imoderado de glória, fortuna; pilar da ignorância — negociatas;

— Nos responsáveis pela deseducada ansiedade, menor idade, e posterior adulta, ambição financeira, sofreguidão;

— No comércio, advogado do diabo, que busca incriminar a pobre classe social;

— Nos cartéis-escolar públicos/privado — carta marcada;

— Nos que solicitam o monopólio dos “royalties” do petróleo. Vivemos em uma democracia — poder executivo, legislativo e judiciário;

— No subsídio que o estado oferece como capital de giro para a iniciativa privada;

— Em à oposição que tentou barrar a MP dos portos;

— Nos que querem privatizar os lucros e estatizar os prejuízos;

— Nos governantes e governados que buscam lucrar através do metro quadrado favelado;

— No “deficit” democrático — falta de pessoas escolhidas pelo público…;

— Na contenda e tribulação neopentecostal — assembleias de deus, universal…;

— Em à concorrência religiosa e, nos que utilizam o nome de deus em vão — irmãos;

— No judiciário que caminha lento e na atual ordem social que desconstrói a ordem jurídica, construindo a consequente cultura do desgosto, da morte; do corporativismo.

https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/1-mais-rico-acumulou-duas-vezes-mais-riqueza-do-que-resto-do-mundo-em-2-anos/
Chico Carlos

quinta-feira

Desperta Brasil,

O Brasil está repleto de jovens pais carentes de esclarecimentos, o que vem destruindo qualidades e incrementando com maldades a educação de nossas crianças.
Mal familiarizada e escolarizada, pobre e infeliz adolescência; morre um, nasce mil; “Para frente, Brasil”!
Em várias comunidades, muitos pais sonham e sussurram: que você, meu filho-minha filha, possa o que não pude. Mesmo sabendo que “vida legal” não permite roubar e matar, e/ou, através do tráfico de drogas, trabalhar - sobreviver, por força da necessidade, mediante criminosos disfarçados — dissimulados, “muitos se deixam levar”. No entanto, entre tantos, aqui, ali, acolá, muitos morrem: uns traficando, roubando, ou policiando sob político comando de dissimuladas “Mazelas” que estão governando. Morre um, nasce mil; “Para frente, Brasil”!

sábado

Pervertido sistema,


"NOSSA HERANÇA”, “NOSSA CULTURA”, NOSSA CRUZ; PARA UM GANHAR O OUTRO TEM QUE PERDER:
— “Com os descobrimentos, os portugueses passaram a comerciar ouro e metais preciosos que provinham de África e Brasil”. "Passaram a ceder, trocar, permutar, negociar” algo ou alguém por outra coisa; ou pessoa. 

NOSSA HERANÇA, 
Atualmente, políticos, como de praxe passaram a fazer "rolos" com os nossos direitos (no popular, rolo, significa dizer: para um ganhar o outro tem que perder), através destes, a sobrevivência está a nos acometer.

NOSSA CULTURA, 
Dispormos à inconveniente publicidade, comerciais-merchandising: o estratégico persuadir do poder aquisitivo, meses de parcelamento; pura malandragem. 

NOSSA CRUZ, 
Políticos, mediante pervertido sistema capitalista, através do voto persuadem ignorâncias condenando-as à inconsciente comprovada cumplicidade.

Chico Carlos

segunda-feira

"EXPLORADORES DA FALTA DO SABER",

Politizar, menosprezando o que até então foi feito para com as principais necessidades do povão (alimentação, moradia e educação) é buscar por apagão na economia do país. Vivemos um dos momentos mais difíceis de nossa história, muitos vivem da ignorância que menospreza a familiar miserável história, desdenhando fatos que promovem sensações de dor e miséria.
Por falta de compaixão, muitos não entendem a importância do recurso financeiro que auxilia na busca por “alimentação, moradia, familiar-educação”.
Faça parte desta tempestade de ideias buscando por um país melhor; pergunte, interrogue, questione, afirme; dê nome aos seres. Aponte a causa, sugira o fazer; pergunte, esclareça: o quê, quem, quando, como, onde; os porquês. O mundo precisa de nós, e nós de vocês. Antes de quaisquer decisões, procure aprender consultando, após, interprete e humanitariamente decida. — Além de pensar nos seus, pense também nos meus, nos deles, nos nossos; somos todos uma nação.

https://www.youtube.com/watch?v=KKiqa6_hzAY

Chico Carlos