quinta-feira

O Evangelho do Juro: A Engrenagem das Sombras


"Eis a forçada renovação: o neoliberalismo em seu estágio pandêmico. É a era da privatização absoluta, do Banco Central altivo e do capital que não dorme. A bola de ferro que rola — feita de juros e correção monetária — não pode parar de girar, sob pena de esmagar o mundo.

O comércio, outrora beneficiado por migalhas previdenciárias, hoje se vê acuado. Os impostos importunam como moscas sobre o lucro, criando obstáculos, objeções e embaraços; uma estratégica inconveniência contábil. Controlado e apequenado, o 'coitado' do mercador será forçado a depositar cada gota de suor na conta do banco centralizado.

E a informalidade? Ah, a 'coitada' da informalidade... Se não tiver uma 'laranja seleta' para camuflar o rastro, terá que confessar o pecado: por que deixou de depositar aqui, ali ou acolá? No confessionário digital, o sigilo não existe. Certo? Sei lá...

Anuncia-se um novo testamento; o 'novo do novo'. Uma bíblia escrita em notas de câmbio, onde o único mandamento é um só: o comércio não pode parar. Entenderam? O comércio é o deus que exige sacrifício humano.

É mais ou menos por aí. Abre o olho, meu irmão, que o 'olho chinês' tudo vê e o bicho está pegando no tabuleiro global.

Boa sorte. Você vai precisar."
Chico Carlos

sexta-feira

Sonhada aposentadoria

Ao jovem e também velho sonho 
aposentadoria, velhas fotografias, findos 
retratos trabalhista e previdenciário.
https://www.youtube.com/watch?v=HQEd8q5_dic

sábado

Trabalhadores desde cedo,

Ao trabalho! Desde cedo, muito cedo, provendo aos seus, sustento e sossego. Inconcebível defeito capaz de causar espanto e admiração em terceiros. A força da necessidade-sobrevivência, por consequência, também está para o costume. Muitos se tornam vendilhões, além da justa conta ou medida; sobremaneira, usam de dolo a oferecer produtos e serviços com baixa vida útil. Agindo desta forma, muitas das vezes são humilhados. Isto, se não quiserem morrer de fome ou pelados.
Chico Carlos