quinta-feira

O Presságio da Sobrevivência

Aos que, no simples ato de subsistir, arrastam-se em desespero, eis o que sentencia o presságio: isso é coisa do diabo!

Aqueles que habitam as margens do comércio informal — sejam supostos empregados, empregadores ou comerciários — perambulam sob o jugo do preço. Vendem-se por razões que a própria razão desconhece; por este ou por aquele motivo, o mercado, esse senhor invisível, determina o que lhes deve ser cobrado da alma e do bolso.

O tempo, esse rio implacável, passou. Por falta de um norte que conduzisse a aptidão pessoal — aquela faísca divina e inata —, você restou desarmado, sem o preparo profissional que o mundo exige. A disposição que, regada pelo exercício, pela educação e pelo curso natural da vida, deveria florescer em capacidade e vocação — esse conjunto sagrado de requisitos para o ofício —, murchou antes de dar frutos.

Agora, na luta inglória pela sobrevivência, 'mentes escravas e tributadas', seja no labor artesanal, no técnico ou no científico, jazem expostas ao açoite da perda, ao prejuízo constante e ao dano salarial que não cicatriza.

São homens e mulheres sem amparo, que, pelo baixo valor de seus serviços, jamais vislumbraram as benesses do mercado financeiro. Não há excedente para investir, não há escudo contra as perdas. Resta apenas o suor que mal compra o pão. Gente que vive para trabalhar e que, desde o marco sombrio de 2019, vê-se condenada — com ou sem previdência, por direito ou por sorte — a trabalhar até que a morte lhes feche os olhos.

Chico Carlos

segunda-feira

O Escudo da Ciência sob o Bloqueio"

"A vitória, densa e necessária, floresce em hora exata. No coração do Caribe, Cuba celebra o triunfo da inteligência: 92% de eficácia para a Abdala, a vacina que desafia o impossível. É o testemunho vivo da força de um Estado que, sob a égide do Partido Comunista, não se curva ao deserto tecnológico imposto.

Mais do que um fármaco, a Abdala é um escudo. Demonstra ao mundo que, mesmo sob o cerco implacável do bloqueio, a ciência orientada pela vida — e não pelo lucro — pode salvar não apenas um povo, mas tornar-se o farol de esperança para toda a América Latina.

Em solo brasileiro, as vozes comunistas se levantam em uníssono. O PCdoB e o PCB saúdam a Ilha da Resistência, denunciando a face cruel do bloqueio estadunidense, enquanto a charge de Latuff imortaliza o embate entre a solidariedade e a opressão. É a prova de que, onde o mercado falha, a soberania científica se impõe como a verdadeira cura."
Chico Carlos

quinta-feira

O Evangelho do Juro: A Engrenagem das Sombras


"Eis a forçada renovação: o neoliberalismo em seu estágio pandêmico. É a era da privatização absoluta, do Banco Central altivo e do capital que não dorme. A bola de ferro que rola — feita de juros e correção monetária — não pode parar de girar, sob pena de esmagar o mundo.

O comércio, outrora beneficiado por migalhas previdenciárias, hoje se vê acuado. Os impostos importunam como moscas sobre o lucro, criando obstáculos, objeções e embaraços; uma estratégica inconveniência contábil. Controlado e apequenado, o 'coitado' do mercador será forçado a depositar cada gota de suor na conta do banco centralizado.

E a informalidade? Ah, a 'coitada' da informalidade... Se não tiver uma 'laranja seleta' para camuflar o rastro, terá que confessar o pecado: por que deixou de depositar aqui, ali ou acolá? No confessionário digital, o sigilo não existe. Certo? Sei lá...

Anuncia-se um novo testamento; o 'novo do novo'. Uma bíblia escrita em notas de câmbio, onde o único mandamento é um só: o comércio não pode parar. Entenderam? O comércio é o deus que exige sacrifício humano.

É mais ou menos por aí. Abre o olho, meu irmão, que o 'olho chinês' tudo vê e o bicho está pegando no tabuleiro global.

Boa sorte. Você vai precisar."
Chico Carlos

sexta-feira

Sonhada aposentadoria

Ao jovem e também velho sonho 
aposentadoria, velhas fotografias, findos 
retratos trabalhista e previdenciário.
https://www.youtube.com/watch?v=HQEd8q5_dic

sábado

Trabalhadores desde cedo,

Ao trabalho! Desde cedo, muito cedo, provendo aos seus, sustento e sossego. Inconcebível defeito capaz de causar espanto e admiração em terceiros. A força da necessidade-sobrevivência, por consequência, também está para o costume. Muitos se tornam vendilhões, além da justa conta ou medida; sobremaneira, usam de dolo a oferecer produtos e serviços com baixa vida útil. Agindo desta forma, muitas das vezes são humilhados. Isto, se não quiserem morrer de fome ou pelados.
Chico Carlos

quarta-feira

O Jardim de Eros e a Queda das Folhas

"Apesar de vasto, este mundo é plural: cada alma guarda o seu. Amigos, apresento-lhes aqui um fragmento do meu:

Existem presenças que surgem como um sopro de gosto e sedução. Despertam a admiração que atrai, o fascínio que nos conduz à autoentrega e a sede incessante pela conquista do outro.

Fazemos parte deste velho e eterno teatro de encantamento — um domínio de deslumbres, magias e feitiços. Persistimos nele enquanto a força maior, a força Eros, que é a essência pulsante da existência humana, tiver fôlego para nos guiar pelos labirintos do desejo.

O amanhã já espreita logo ali. Diante da implacável certeza da mudança, o que nos resta é a leveza do essencial: o ato de sorrir.

Neste plano, tudo é vago e passageiro. O tempo não apenas corre, ele voa e nos atordoa com sua velocidade; as folhas, inevitavelmente, caem. Mas eu lhes digo: sorriam! A cruz do calvário, com seu peso de martírio, jamais deve ser o nosso destino. Afinal, qual é o destino das folhas que caem senão o de adubar a terra para o novo?
Esta é uma meditação serena sobre a natureza do tempo e a urgência da aceitação. Um lírico reconhecimento de que a vida é transitória, e a sabedoria consiste em enfrentá-la com a alma aberta e o rosto iluminado."

https://youtu.be/Poc529YOhSw
Chico Carlos



quinta-feira

O Aluguel da Fé e o Custo da Ilusão Política


A política ditatorial, fundamentada na troca de favores para satisfazer interesses pessoais e de correligionários, utiliza-se de um processo de aculturação obsessiva para converter tanto a massa de extremistas religiosos — em especial aqueles movidos pelo racismo e pela LGBTfobia — quanto aqueles que foram postos à margem da educação. Sob o pretexto de defender a liberdade absoluta do capital e a intervenção mínima do Estado, esses agentes promovem uma política de favorecimento exclusivo. Estrategicamente, sem moralizar a gestão ou sanear os fatos, entregam o patrimônio nacional ao capital imperialista, submetendo o trabalhador a leis trabalhistas e previdenciárias "acochambradas" — um verdadeiro retrocesso sob o domínio do poder neoliberal.

Na busca por um "escolhido de Deus" para guiar os destinos econômicos e sociais, muitos se deixaram seduzir pelo egoísmo ou foram explorados por um discurso religioso politicamente sarcástico. Falsos profetas, tomando o nome de Deus em vão, manipularam a boa-fé de eleitores que, sob o efeito de uma obsessão induzida, tornaram-se massa de manobra.

Esse movimento cooptou também os opositores da igualdade de gênero e aqueles que, impulsionados por frustrações ou carências, viram na propaganda política uma saída messiânica. Diante deste cenário, muitos consideraram o "Jair Bolso caro" como o menor dos males. O resultado está diante de nós: colhemos o que foi plantado.

O termo "ideologia de gênero" foi instrumentalizado e convertido em um verdadeiro "bacanal" ideológico, distorcendo o que, em 2014, o Ministério da Educação (MEC) propunha no Plano Nacional de Educação (PNE) como combate às discriminações e promoção da diversidade.

Que a fé autêntica não permita que o profano — personificado por aqueles que recorrem a palavras chulas e posturas vulgares — reprima a oposição legítima. Infelizmente, congressistas e simpatizantes, cegos pela astúcia neoliberal ou movidos por interesses puramente mercantis, mantêm grande parte do povo espiritualmente alheio às artimanhas alicantinas do Congresso. Que busquemos a lucidez contra a velhacaria, sem jamais permitir que as divergências de fé se convertam em conflitos fratricidas.

Amém — que assim seja.

Chico Carlos

terça-feira

"Como pode um peixe vivo viver fora d`água fria"

Muitos desempregados, submetidos a ocupações em sua maioria temporárias, não encontram remuneração suficiente. A forma encontrada por milhões de brasileiros para sentirem-se dignos de prover o próprio sustento — ainda que de forma efêmera — reside no trabalho informal.

Nesse cenário, todos se tornam vendedores da própria subsistência: supostos patrões e empregados desprovidos de seguridade, vivendo exclusivamente do que é ganho no presente. Carecem de base educacional, motivação e condições vocacionais para se tornarem autônomos plenos.

Transformam-se em "biscateiros" por imposição: pintores, encanadores, pedreiros ou mantenedores-conserveiros que operam sem o lastro do conhecimento técnico-profissional condizente com seus sonhos. Falta-lhes a estrutura que apenas um ensino técnico de qualidade poderia oferecer para converter o esforço bruto em maestria profissional.
Chico Carlos

domingo

O Ringue da Invisibilidade

O Mito da Escassez e a Engrenagem do Trabalho: Uma Réplica Necessária

Recentemente, tem circulado com força nas redes sociais — especialmente em grupos de debate em Minas Gerais — um vídeo que apresenta uma visão contundente sobre a jornada de trabalho e a economia brasileira. Na gravação, uma voz feminina defende que o Brasil, por ser um "país pobre", não pode se dar ao luxo de discutir a jornada 6x1. A narrativa vai além: associa a herança de Getúlio Vargas ao atual governo, sugerindo que o Estado se tornou um "pai" que desestimula o esforço produtivo.

O PIB não é apenas um número, é um processo

A fala utiliza o conceito de PIB (Produto Interno Bruto) para sustentar que "sem produção não há riqueza". Como alguém que passou a vida no chão de fábrica e na manutenção industrial, concordo com a premissa, mas discordo frontalmente da conclusão. O PIB é, de fato, a soma de bens e serviços, mas para que essa soma cresça de forma saudável, é preciso que a peça principal da engrenagem — o trabalhador — esteja em condições plenas de operação.

A ideia de que "precisamos trabalhar muito para reverter o quadro" é válida, mas produtividade não é sinônimo de exaustão. Na mecânica, aprendemos que o excesso de carga sem o tempo de resfriamento leva à fadiga do material. Na economia, forçar uma jornada 6x1 em um país que já enfrenta desafios educacionais e de saúde é apostar no desgaste em vez da inovação.

Vargas, Lula e o Equívoco da "Cultura do Estado"

A crítica apresentada no vídeo rotula as conquistas trabalhistas como uma "herança maldita" que gera dependência. No entanto, é preciso lembrar que foram essas bases que permitiram a criação de uma classe média consumidora. Sem o direito ao descanso e ao consumo, o próprio PIB que a palestrante defende entra em colapso. Afinal, quem comprará os "bens e serviços produzidos" se a classe trabalhadora não tiver tempo nem recursos para usufruí-los?

O argumento de que o Brasil "está fadado à miséria" por causa de governos populistas parece ignorar que a verdadeira riqueza de uma nação nasce da valorização do seu capital humano. Não somos pobres porque trabalhamos pouco; muitas vezes, a pobreza persiste porque o trabalho é desvalorizado e a técnica é substituída pela força bruta.

Conclusão: Narrativas vs. Realidade

As narrativas podem até tentar pintar o descanso como vadiagem, mas a realidade da oficina e da vida ensina o contrário. O progresso real de um país não virá da manutenção de escalas exaustivas, mas da transição para uma economia onde a inteligência, a automação e o bem-estar caminhem juntos. O "Estado pai" que tanto criticam foi, em muitos momentos, o único garantidor de que a máquina não moesse as pessoas em busca de um lucro imediato e insustentável.


"Nos ringues sangrentos da sobrevivência, o espetáculo é dantesco: fardados, operários da ignorância, são lançados contra a casta informal — essa revendedora corrompida pela necessidade.


Esta é a guerra santa promovida pelo corona-mercado-neoliberal. No centro da arena, o confronto é desigual: de um lado, a força do Estado vestida de farda; do outro, corpos sem o escudo da educação e sem o suporte financeiro para enfrentar a baixa imunidade. É a carne exposta ao vírus e ao capital.

Eis o veredito desta guerra social: um sistema econômico que, sob o manto da legitimidade dos bens privados e da liberdade irrestrita de comércio, sacrifica o humano no altar do lucro.

Não se enganem, vivemos sob uma doutrina que ressuscita o arcaico: a divisão da sociedade em castas hereditárias. Onde o berço dita o destino e a posição social das famílias sela a sorte dos filhos. Uma hierarquia de sombras, marcada por privilégios de sangue e deveres de escravidão. No fim, o lucro é o único deus que não adoece."
Chico Carlos

SAUDADES

A vida, a vivida vida, o momento e o coração, a saudade, que saudade! O tempo não passa para o sonhar, ao recordar, a força da afeição prevalece.
"Vento que sopra", tempo que passa, vida que vai... murmúrios? Ligue não! Viva também o recordar; recordar é viver; vivemos porque amamos. Os atrativos da alma são muito mais poderosos que os do físico, “porém, na hora h, não te esqueças de apagar a luz”.
Linda, como você jamais surgirá, “o sol há brilhar”, a sua beleza encontrará refúgio sem perceberes. As folhas do seu passado jamais secara, você é parte do que em muitos ficou, deixando gostos de paixão, saudades, como foi bom.
Chico Carlos


terça-feira

A quantos avanços tecnológicos

A quantos avanços tecnológicos se faz com que variadas tecnologias sejam, divulgadas, se tornem conhecidas; difundidas?

“Nas indústrias, o paralelo processo de eliminação ou retenção de poluentes custa muito caro”. Através da Mídia nada se fala. Não se houve falar em estudos técnicos, financeiro, econômico, etc. A quantos avanços tecnológicos, publicamente o Brasil deixa de publicitar a evolução destes?

Através da mídia, desde a ditadura passada, berço das novelas que até hoje encantam ao povão pobre e carente da próspera informação: a quantas evoluções tecnológicas, publicamente se foca na necessidade de acompanhar e educar principalmente o povo pobre e carente?

Repentinas reformas,
Responda-me!? A quantos avanços tecnológicos somos injustiçados — submetidos e castigados por falta de educação/visão tecnológica para com malefícios e benefícios das evoluções? A quantas evoluções tecnológicas se pensou em educar publicamente (ao nível de ensino médio, fundamental e profissional) conscientizando para conseguintes reformas trabalhista e previdenciária? Hein! Explique!?

domingo

“N vezes sem juros”

O guarda-roupa que “você” comprou em um curto espaço de tempo afrouxou, desmontou, quebrou e virou lixo, prejudicando ao conjunto de fatores naturais, sociais e culturais que envolvem a todo o indivíduo e com os quais interagem; o meio ambiente.
A propaganda que explora a ignorância, ao promover desprezo ao modelo de desenvolvimento sustentável, abriu espaço para o inconsciente consumismo de produtos e serviços com baixa vida útil. Consumíveis que duram menos que o tempo-parcelamento. O desinteresse por produtos e serviços que não “afrouxem”, quebrem ou desgastem confronta-se com o comércio mau-caráter, que, possuído pela má qualidade, se dispõe à venda.
Quanto mais vendem, mais são considerados meritocratas. Infelizmente vivemos persistentes momentos em que, para um ganhar, outros têm que perder.

Chico Carlos

sábado

Inconsciente cumplicidade,

A ganância, a exploração da ignorância, a
“segunda intenção” através do midiático
persuadir; consequente escravidão.
“Conhecedor,” consciente ou não, por
onde andaria a sua cumplicidade? 
Falta do saber, omissão do conhecimento, ou
desprezo ao esclarecimento?

quarta-feira

Passageiros


A viagem no tempo, “passageiros”,
quanto mais rápido passa,
menos pressa temos de chegar.

domingo

Sabe-se lá:

Aptidão e poder, também poder; olhos veem, corações a prever; a beleza feminina, sensual bem-querer; o peso do pejo, a força do desejo; o contraste cultural, amor atemporal, a hora h. A vida é assim: início, meio, a busca pelo enfim a sós.

sábado

Onde estaria a saudade?

A vida, a vivida vida, o momento e o coração, a saudade; que saudade!
O tempo não passa para com o sonhar, ao recordar, a força da afeição — afeto, amor, amizade — prevalece.
Vento que voa, tempo que passa, vida que vai; murmúrios?

Não leve em conta! Viva também o recordar; "recordar é viver". Assim, vivemos porque amamos.
“Os atrativos da alma são muito mais poderosos que os do físico”, porém, na hora “H” não te esqueças de apagar a luz.
Linda como você jamais surgirá, o sol há brilhar, a sua beleza encontrará refúgio sem que alguém perceba. As folhas do seu passado jamais secarão, tu és parte do que em muitos ficou deixando gostos de paixão; “Saudades”, como foi bom.

Chico Carlos

sexta-feira

Tirano congresso,

Os que assolam ao povo pobre e carente da próspera informação; braço forte da tirania. A quantas revoluções industriais, educacionalmente, deixam de dar destaque a pública educação, aos avanços tecnológicos e respectivas mudanças nas legislações trabalhistas e previdenciária?

"O que é legislação trabalhista e previdenciária de SST"
"A legislação trabalhista – famosa CLT – trata dos direitos e obrigações do trabalhador e define o que o empregador deve cumprir. Já a legislação previdenciária de SST visa proteger mais especificamente a saúde do colaborador no ambiente de trabalho."

Mal sabemos da nossa relação profissional com a citada legislação, famosa CLT; a que trata dos direitos e obrigações do trabalhador e define o que o empregador deve cumprir; da legislação previdenciária de SST, segurança e Saúde do Trabalhador.

A quantos decretos somos injustiçados, submetidos e castigados mediante supostas regulamentações das leis trabalhista e previdenciária?

A quantas leis o nosso país se opõe ao progresso, deixando de acompanhar e incrementar a educação?
Por quanto tempo seremos politicamente amordaçados, submetidos; castigados?

Chico Carlos

terça-feira

Opressores reacionários tapados de lógica

Aquele que sistematicamente se opõe aos direitos trabalhistas e à seguridade social ignora que esta última constitui o pilar das políticas de amparo ao cidadão e à sua família em momentos de vulnerabilidade, como a velhice, a doença e o desemprego.

— A maioria destes opressores reacionários e antidemocráticos são, profissionalmente, simulacros. Na verdade, não dominam sequer a matéria-prima do que comercializam; desconhecem o processo de construção ou o rigor técnico necessário à prestação dos serviços que vendem.

— Priorizam formas abstratas de sobrevivência — conceitos que habitam apenas o campo das ideias — em detrimento do formalismo profissional regido pelas leis trabalhistas e pelos direitos previdenciários.

— São "midiatizados aculturados": abstracionistas e informais financeiramente privilegiados que, com artimanha, propagandeiam e barganham em trocas desiguais, onde, lícita ou ilicitamente, apenas uma das partes é favorecida.

— Não possuem interesse humanitário em compreender as consequências nocivas dos produtos ou supostos serviços que ofertam. Desconhecem a origem, a autoria ou o esforço de quem idealizou, projetou e fabricou.

— São exploradores da necessidade alheia, da fé e da falta de esclarecimento do povo. Ambiciosos imoderados, são capazes de promover atos abomináveis, desprovidos de lógica, visão social ou embasamento científico e tecnológico. São os semeadores da deselegância moral que afeta e aflige a subsistência de milhões de brasileiros.

https://www.revide.com.br/noticias/brasil/bolsonaro-diz-trabalhador-precisa-ter-menos-direitos-para-o-brasil-gerar-empregos/

Chico Carlos

sábado

Aqui, camarada, se liga na mensagem

"Uma notícia está chegando lá do interior, não deu no rádio, no jornal ou na televisão. Meu povo, atenção: “ficar de frente para o mar, de costas para o Brasil, não vai fazer desse lugar um bom país", tipo, deixando-nos iludir pela mídia golpista e pelos seus terceirizados propagandistas.

Em entrevistas, durante a aparição dos que trabalham contra os seus desregrados ambiciosos interesses, maquinando, jogam com caras e bocas dos seus opositores, um sorriso sarcástico é transformado numa tenebrosa feição.

Se nos deixarmos dominar pelo cultural “Môroar”, “lavajatear;” pelo descalabro humanitário (estado de decadência; queda, ruína cultural; prejuízo danoso) e pelo descomedido — abusado, exagerado, demasiado consumismo provocado pelo desregrado propagandear destes que usam a tecnologia da informação, a serviço do mal: "só Jesus".

“Morôu” — Entendeu, compreendeu, manjou, se ligou? 
Quer saber!?

“Sonhamos” com uma ideologia política e socioeconômica que estabeleça uma “sociedade igualitária”, acabando com a, em demasia, propriedade privada causadora do descalabro humanitário, da desigualdade social."

sexta-feira

Da Engrenagem ao Algoritmo: A Evolução Contínua como Estilo de Vida

A trajetória de um profissional da área tecnológica é, essencialmente, uma história de adaptação. Para quem, como eu, iniciou sua jornada entre o final dos anos 70 e o início dos 80, o papel foi muito além de apenas acompanhar a evolução das máquinas: fomos os agentes de transição entre a mecânica puramente física e a alvorada da automação inteligente.
A Base: Onde a Precisão Começa

Minha formação técnica na indústria siderúrgica — um setor que exige o máximo de rigor e resiliência — foi o alicerce para compreender que a tecnologia não reside apenas nas ferramentas, mas, sobretudo, no método.

Naquela época, a harmonia entre o apuro técnico e o respeito às normas trabalhistas e previdenciárias moldou minha visão de mundo: o progresso tecnológico deve caminhar, invariavelmente, lado a lado com o equilíbrio institucional e a ética profissional.
A Transição: O Salto para a Automação

Com o avanço industrial, a necessidade de aperfeiçoamento tornou-se nossa maior constante. Migrar da mecânica geral para a automação industrial foi um desafio que exigiu a integração de diferentes saberes. Manter o funcionamento impecável de equipamentos complexos ensinou-nos que a manutenção vai muito além do reparo; ela é a garantia da continuidade produtiva e a salvaguarda da segurança coletiva.
O Presente: O Incremento Tecnológico no "Quintal"

Hoje, na fase da maturidade profissional, a aposentadoria não representa o encerramento das atividades, mas sim a liberdade para a experimentação. O "fundo do quintal" e a tela do computador fundiram-se em meu laboratório pessoal. Minha vocação permanece voltada ao incremento tecnológico, buscando soluções que sejam:

Tecnicamente Eficientes: Aplicando a lógica da engenharia para otimizar a resolução de problemas cotidianos.


Socialmente Responsáveis: Atuando dentro de uma conduta ética, consciente e comprometida com o bem comum.


Colaborativas: Compartilhando o conhecimento acumulado para inspirar e orientar novas gerações.

Conclusão
Embora as linguagens de programação se renovem e as máquinas tornem-se cada vez mais autônomas, o compromisso com a excelência e a curiosidade intelectual permanecem imutáveis.

Sigo estudando e transformando, pois acredito que a verdadeira inovação nasce do encontro entre a experiência de quem viveu o "chão de fábrica" e a visão de quem, com a bagagem de uma vida, continua a vislumbrar o futuro.
Chico Carlos