sexta-feira

A Luz do Conhecer Contra o Subjugar Profissional

Para com o subjugar trabalhista e previdenciário promovidos por exploradores da falta do profissional saber, somente o conhecer, que ninguém pode tirar de nós — também de você, consegue vencer.

"De modo claro e evidente, temos hoje: a esquerda, a direita; um centrão pessimamente definido".

Há quanto tempo se deixa de promover reformas educacionais condizentes com as necessidades de nosso país: apoio educacional familiar, na formação do caráter de nossas crianças e jovens, na educação básica, fundamental, médio, político e tecnológico? Hem?

Há quanto tempo se limita os caminhos do evoluir, de fazer você entender? A quantos anos vivemos este martírio?

Reafirmando

Para subjugar a exploração trabalhista e previdenciária promovida por aqueles que se aproveitam da falta de conhecimento profissional, há apenas um caminho para a vitória: o conhecimento que ninguém pode nos tirar. É ele que nos fortalece.

De modo claro e evidente, o cenário político atual se define entre: a esquerda, a direita e um "centrão" pessimamente definido.

Há quanto tempo nosso país deixa de promover reformas educacionais condizentes com nossas reais necessidades?

  • Reformas que apoiem a formação do caráter de nossas crianças e jovens.
  • Reformas na educação básica, fundamental e média.
  • Reformas na educação política e tecnológica.
Há quanto tempo limitamos os caminhos da evolução, impedindo o povo de entender? Há quantos anos vivemos este martírio?

Chico Carlos

terça-feira

Sentimento que não deixam contagiar,

"O preço de tudo sobe quando sobe o preço do combustível. Por quê será?"
Penso que o "por que será" depende da condição em que se está, teleguiados pelos da esquerda, ou pelos da direita que se valem de falazes — incrementadas promessas — que chegam a depauperados trabalhadores politicamente atraiçoados.
“Sobe o preço da gasolina, dos combustíveis e, mesmo quem não tem carro — não tem veículo, acaba pagando por isso”: "o preço de tudo sobe quando sobe o preço do combustível.

sábado

O mundo dos “fáceis achados”


Corrompido fim dos tempos,
Ao celular — mundo dos “fáceis achados”, "dispostos" estamos aos Hackers, fake News e ao dissimular governamental falsa-retidão (fingimento, dissimulação) ancorada na evangélica consolação. Bíblico fim dos tempos.

Em defesa da não taxação dos bancos e do coletivo-abastado: o ludibriar eleitoral do apedeuta-eleitorado. Assim promovem a exploração financeira do trabalhador e dos aposentados que arcam com os seus financeiros deveres pagando pelo custo financeiro de tudo que consomem — IPTU, água, luz, ‘internet’, telefone…

"Concorrida agiotagem,"

Mediante o aumento da taxa Selic, “Autônomos” do banco central sobem a taxa de juros do empréstimo consignado. Aposentados, pensionistas, etc. pobres coitados comprometem 40% dos seus salários. Por força das necessidades, aposentados, eternamente endividados.
Chico Carlos

sexta-feira

Profissionalmente voltados para o politicamente correto

Da Engrenagem ao Algoritmo: A Evolução Contínua como Estilo de Vida

A trajetória de um profissional da área tecnológica é, essencialmente, uma história de adaptação. Quem, como eu, iniciou sua jornada entre o final dos anos 70 e início dos 80, não apenas acompanhou a evolução das máquinas; nós fomos os agentes de transição entre a mecânica puramente física e a era da automação inteligente.
A Base: Onde a Precisão Começa

Minha formação técnica na indústria siderúrgica — um setor que exige o máximo de rigor e resiliência — foi o alicerce para compreender que a tecnologia não é apenas sobre ferramentas, mas sobre método. Naquela época, a harmonia entre o trabalho técnico e o respeito às normas trabalhistas e previdenciárias moldou minha visão de mundo: o progresso tecnológico deve caminhar lado a lado com o equilíbrio institucional e a ética profissional.
A Transição: O Salto para a Automação

Com o avanço industrial, a necessidade de aperfeiçoamento tornou-se nossa maior constante. Migrar da mecânica geral para a automação industrial foi um desafio que exigiu a integração de diferentes tecnologias. Manter o funcionamento impecável de equipamentos complexos nos ensinou que a manutenção vai além do reparo; ela é a garantia da continuidade produtiva e da segurança de todos.
O Presente: O Incremento Tecnológico no "Quintal"

Hoje, na fase da maturidade profissional, a aposentadoria não representa o encerramento das atividades, mas sim a liberdade para a experimentação. O "fundo do quintal" ou a tela do computador tornaram-se meu laboratório pessoal. Minha vocação continua voltada para o incremento tecnológico, buscando soluções que sejam:

Tecnicamente Eficientes: Aplicando a lógica da engenharia para resolver problemas cotidianos.

Socialmente Responsáveis: Atuando dentro do que é politicamente correto e ético.

Colaborativas: Compartilhando o conhecimento acumulado para inspirar novas gerações.
Conclusão

A tecnologia muda, as linguagens de programação se renovam e as máquinas tornam-se mais autônomas. No entanto, o compromisso com a excelência e a curiosidade intelectual permanecem os mesmos. Sigo estudando e criando, pois acredito que a verdadeira inovação nasce do encontro entre a experiência de quem viveu o "chão de fábrica" e a visão de quem vislumbra o futuro.

Chico Carlos

sábado

O sentimento relativo ao nanômetro, nanométrico, não pode parar

Familiares, atentos a família de vírus que provoca variadas infecções respiratórias…
Segundo pesquisas, esse vírus tem entre 50nm a 200nm. Mas o que é nm? Vamos entender o que representa essa sigla: O nanômetro (nm) é uma unidade de medida. Dizemos que ele é uma fração do metro (a unidade de medida que usamos para comprimento), assim como o centímetro (cm), que usamos para medir distâncias como um desenho no papel.

“Tomando em conta a escala métrica de tamanho, o milímetro é 1000 vezes menor que o metro; o micrômetro é 1000 vezes menor que o milímetro; e o nanômetro é 1000 vezes menor que o micrômetro. Assim, o nanômetro está para o que "os olhos não alcançam", para a medida do coronavírus, algo que possui o tamanho de um nanômetro, o que é, 1 bilhão de vezes menor que 1 metro.”



quinta-feira

É, Tatu, "simples assim",

"Eleitor, é simples assim: O povo precisa se alimentar, vestir e morar. Comerciantes, em bairros ricos ou pobres, estão aí para vender. E o preço? Bem, por isso ou por aquilo, eles cobram o que acham que devem cobrar."
⁠https://fb.watch/k5txuac8zt/


sexta-feira

Trabalho home office

 
Aos que estão para reformas trabalhista e previdenciária; para a escravidão financeira que explora atividades profissionais relativas ou peculiares a uma arte, ofício ou ciência. Atentos, trabalhadores do comércio, também humilhados pelo poder comerciário — pela burguesia que rege a absoluta liberdade de mercado com restrição à intervenção estatal na economia. Atentos à exploração aristocrática trabalhista e previdenciária que transformam formais direitos e deveres, tipo: quem paga pelo espaço ocupado em sua residência, pelo consumo de energia, pela indireta ocupação dos demais donos de sua residência, pela impertinência residencial causada?

Trabalho home office!
"Com base no princípio da alteridade, previsto no art. da CLT, o empregador deve custear as despesas de seu negócio. Com isso, o reembolso de despesas com telefone, internet, energia elétrica, água, dentre outros, pode ser pleiteado pelo empregado, visto o aumento desses custos para o desempenho da atividade estabelecida pelo empregador. O ressarcimento também pode ser pleiteado quando o empregado utiliza equipamentos próprios necessários para o desempenho do labor, como, por exemplo, computador, móveis, celular, etc., e o empregador não o ressarce sobre as despesas com depreciação ou locação desses bens. Caso esses equipamentos sejam fornecidos pelo empregador, é prudente o estabelecimento de uma cláusula de responsabilidade do empregado pelo material fornecido".
Chico Carlos

quinta-feira

O que pode não ser o seu caso,

Você, Bolsomínion vacilão, com revólver na mão, é um bicho feroz, feroz; sem ele anda rebolando e até muda de voz. Isso,
Aqui, cá pra nós.
O que pode não ser o seu caso, ou não é de sua laia.
Vai! Mesmo que tardiamente, vale a pena buscar entender os "porquês".

O Presságio da Sobrevivência

Aos que, no simples ato de subsistir, arrastam-se em desespero, eis o que sentencia o presságio: isso é coisa do diabo!

Aqueles que habitam as margens do comércio informal — sejam supostos empregados, empregadores ou comerciários — perambulam sob o jugo do preço. Vendem-se por razões que a própria razão desconhece; por este ou por aquele motivo, o mercado, esse senhor invisível, determina o que lhes deve ser cobrado da alma e do bolso.

O tempo, esse rio implacável, passou. Por falta de um norte que conduzisse a aptidão pessoal — aquela faísca divina e inata —, você restou desarmado, sem o preparo profissional que o mundo exige. A disposição que, regada pelo exercício, pela educação e pelo curso natural da vida, deveria florescer em capacidade e vocação — esse conjunto sagrado de requisitos para o ofício —, murchou antes de dar frutos.

Agora, na luta inglória pela sobrevivência, 'mentes escravas e tributadas', seja no labor artesanal, no técnico ou no científico, jazem expostas ao açoite da perda, ao prejuízo constante e ao dano salarial que não cicatriza.

São homens e mulheres sem amparo, que, pelo baixo valor de seus serviços, jamais vislumbraram as benesses do mercado financeiro. Não há excedente para investir, não há escudo contra as perdas. Resta apenas o suor que mal compra o pão. Gente que vive para trabalhar e que, desde o marco sombrio de 2019, vê-se condenada — com ou sem previdência, por direito ou por sorte — a trabalhar até que a morte lhes feche os olhos.

Chico Carlos

segunda-feira

O Escudo da Ciência sob o Bloqueio"

"A vitória, densa e necessária, floresce em hora exata. No coração do Caribe, Cuba celebra o triunfo da inteligência: 92% de eficácia para a Abdala, a vacina que desafia o impossível. É o testemunho vivo da força de um Estado que, sob a égide do Partido Comunista, não se curva ao deserto tecnológico imposto.

Mais do que um fármaco, a Abdala é um escudo. Demonstra ao mundo que, mesmo sob o cerco implacável do bloqueio, a ciência orientada pela vida — e não pelo lucro — pode salvar não apenas um povo, mas tornar-se o farol de esperança para toda a América Latina.

Em solo brasileiro, as vozes comunistas se levantam em uníssono. O PCdoB e o PCB saúdam a Ilha da Resistência, denunciando a face cruel do bloqueio estadunidense, enquanto a charge de Latuff imortaliza o embate entre a solidariedade e a opressão. É a prova de que, onde o mercado falha, a soberania científica se impõe como a verdadeira cura."
Chico Carlos

quinta-feira

O Evangelho do Juro: A Engrenagem das Sombras


"Eis a forçada renovação: o neoliberalismo em seu estágio pandêmico. É a era da privatização absoluta, do Banco Central altivo e do capital que não dorme. A bola de ferro que rola — feita de juros e correção monetária — não pode parar de girar, sob pena de esmagar o mundo.

O comércio, outrora beneficiado por migalhas previdenciárias, hoje se vê acuado. Os impostos importunam como moscas sobre o lucro, criando obstáculos, objeções e embaraços; uma estratégica inconveniência contábil. Controlado e apequenado, o 'coitado' do mercador será forçado a depositar cada gota de suor na conta do banco centralizado.

E a informalidade? Ah, a 'coitada' da informalidade... Se não tiver uma 'laranja seleta' para camuflar o rastro, terá que confessar o pecado: por que deixou de depositar aqui, ali ou acolá? No confessionário digital, o sigilo não existe. Certo? Sei lá...

Anuncia-se um novo testamento; o 'novo do novo'. Uma bíblia escrita em notas de câmbio, onde o único mandamento é um só: o comércio não pode parar. Entenderam? O comércio é o deus que exige sacrifício humano.

É mais ou menos por aí. Abre o olho, meu irmão, que o 'olho chinês' tudo vê e o bicho está pegando no tabuleiro global.

Boa sorte. Você vai precisar."
Chico Carlos

sexta-feira

Sonhada aposentadoria

Ao jovem e também velho sonho 
aposentadoria, velhas fotografias, findos 
retratos trabalhista e previdenciário.
https://www.youtube.com/watch?v=HQEd8q5_dic

sábado

Trabalhadores desde cedo,

Ao trabalho! Desde cedo, muito cedo, provendo aos seus, sustento e sossego. Inconcebível defeito capaz de causar espanto e admiração em terceiros. A força da necessidade-sobrevivência, por consequência, também está para o costume. Muitos se tornam vendilhões, além da justa conta ou medida; sobremaneira, usam de dolo a oferecer produtos e serviços com baixa vida útil. Agindo desta forma, muitas das vezes são humilhados. Isto, se não quiserem morrer de fome ou pelados.
Chico Carlos

quarta-feira

O Jardim de Eros e a Queda das Folhas

"Apesar de vasto, este mundo é plural: cada alma guarda o seu. Amigos, apresento-lhes aqui um fragmento do meu:

Existem presenças que surgem como um sopro de gosto e sedução. Despertam a admiração que atrai, o fascínio que nos conduz à autoentrega e a sede incessante pela conquista do outro.

Fazemos parte deste velho e eterno teatro de encantamento — um domínio de deslumbres, magias e feitiços. Persistimos nele enquanto a força maior, a força Eros, que é a essência pulsante da existência humana, tiver fôlego para nos guiar pelos labirintos do desejo.

O amanhã já espreita logo ali. Diante da implacável certeza da mudança, o que nos resta é a leveza do essencial: o ato de sorrir.

Neste plano, tudo é vago e passageiro. O tempo não apenas corre, ele voa e nos atordoa com sua velocidade; as folhas, inevitavelmente, caem. Mas eu lhes digo: sorriam! A cruz do calvário, com seu peso de martírio, jamais deve ser o nosso destino. Afinal, qual é o destino das folhas que caem senão o de adubar a terra para o novo?
Esta é uma meditação serena sobre a natureza do tempo e a urgência da aceitação. Um lírico reconhecimento de que a vida é transitória, e a sabedoria consiste em enfrentá-la com a alma aberta e o rosto iluminado."

https://youtu.be/Poc529YOhSw
Chico Carlos



quinta-feira

O Aluguel da Fé e o Custo da Ilusão Política


  A política ditatorial, fundamentada na troca de favores para satisfazer interesses pessoais e de correligionários, utiliza um processo de aculturação obsessiva para converter tanto a massa de extremistas religiosos — em especial aqueles movidos pelo racismo e pela LGBTfobia — quanto aqueles postos à margem da educação. Sob o pretexto de defender a liberdade absoluta do capital e a intervenção mínima do Estado, esses agentes promovem uma política de favorecimento exclusivo. Estrategicamente, sem moralizar a gestão ou sanear os fatos, entregam o patrimônio nacional ao capital imperialista, submetendo o trabalhador a leis trabalhistas e previdenciárias "acochambradas" — um verdadeiro retrocesso sob o domínio do poder neoliberal.

Na busca por um "escolhido de Deus" para guiar os destinos econômicos e sociais, muitos se deixaram seduzir pelo egoísmo ou foram explorados por um discurso religioso politicamente sarcástico. Falsos profetas, tomando o nome de Deus em vão, manipularam a boa-fé de eleitores que, sob o efeito de uma obsessão induzida, tornaram-se massa de manobra.

Esse movimento cooptou também os opositores da igualdade de gênero e aqueles que, impulsionados por frustrações ou carências, viram na propaganda política uma saída messiânica. Diante deste cenário, muitos consideraram o "Jair Bolso caro" como o menor dos males. O resultado está diante de nós: colhemos o que foi plantado.

O termo "ideologia de gênero" foi instrumentalizado e convertido em um verdadeiro "bacanal" ideológico, distorcendo o que, em 2014, o Ministério da Educação (MEC) propunha no Plano Nacional de Educação (PNE) como combate às discriminações e promoção da diversidade.

Que a fé autêntica não permita que o profano — personificado por aqueles que recorrem a palavras chulas e posturas vulgares — reprima a oposição legítima. Infelizmente, congressistas e simpatizantes, cegos pela astúcia neoliberal ou movidos por interesses puramente mercantis, mantêm grande parte do povo espiritualmente alheio às artimanhas alicantinas
(o que corresponde a astúcias, tramas, chicanas ou fraudes) do Congresso. Que busquemos a lucidez contra a velhacaria, sem jamais permitir que as divergências de fé se convertam em conflitos fratricidas (disputas, lutas ou guerras que ocorrem entre pessoas, grupos ou nações que compartilham laços estreitos, como irmãos, compatriotas ou membros do mesmo grupo, muitas vezes levando à destruição mútua).

Amém — que assim seja.  
Chico Carlos

terça-feira

"Como pode um peixe vivo viver fora d`água fria"

Muitos desempregados, submetidos a ocupações em sua maioria temporárias, não encontram remuneração suficiente. A forma encontrada por milhões de brasileiros para sentirem-se dignos de prover o próprio sustento — ainda que de forma efêmera — reside no trabalho informal.

Nesse cenário, todos se tornam vendedores da própria subsistência: supostos patrões e empregados desprovidos de seguridade, vivendo exclusivamente do que é ganho no presente. Carecem de base educacional, motivação e condições vocacionais para se tornarem autônomos plenos.

Transformam-se em "biscateiros" por imposição: pintores, encanadores, pedreiros ou mantenedores-conserveiros que operam sem o lastro do conhecimento técnico-profissional condizente com seus sonhos. Falta-lhes a estrutura que apenas um ensino técnico de qualidade poderia oferecer para converter o esforço bruto em maestria profissional.
Chico Carlos

domingo

O Ringue da Invisibilidade

O Mito da Escassez e a Engrenagem do Trabalho: Uma Réplica Necessária

Recentemente, tem circulado com força nas redes sociais — especialmente em grupos de debate em Minas Gerais — um vídeo que apresenta uma visão contundente sobre a jornada de trabalho e a economia brasileira. Na gravação, uma voz feminina defende que o Brasil, por ser um "país pobre", não pode se dar ao luxo de discutir a jornada 6x1. A narrativa vai além: associa a herança de Getúlio Vargas ao atual governo, sugerindo que o Estado se tornou um "pai" que desestimula o esforço produtivo.

O PIB não é apenas um número, é um processo

A fala utiliza o conceito de PIB (Produto Interno Bruto) para sustentar que "sem produção não há riqueza". Como alguém que passou a vida no chão de fábrica e na manutenção industrial, concordo com a premissa, mas discordo frontalmente da conclusão. O PIB é, de fato, a soma de bens e serviços, mas para que essa soma cresça de forma saudável, é preciso que a peça principal da engrenagem — o trabalhador — esteja em condições plenas de operação.

A ideia de que "precisamos trabalhar muito para reverter o quadro" é válida, mas produtividade não é sinônimo de exaustão. Na mecânica, aprendemos que o excesso de carga sem o tempo de resfriamento leva à fadiga do material. Na economia, forçar uma jornada 6x1 em um país que já enfrenta desafios educacionais e de saúde é apostar no desgaste em vez da inovação.

Vargas, Lula e o Equívoco da "Cultura do Estado"

A crítica apresentada no vídeo rotula as conquistas trabalhistas como uma "herança maldita" que gera dependência. No entanto, é preciso lembrar que foram essas bases que permitiram a criação de uma classe média consumidora. Sem o direito ao descanso e ao consumo, o próprio PIB que a palestrante defende entra em colapso. Afinal, quem comprará os "bens e serviços produzidos" se a classe trabalhadora não tiver tempo nem recursos para usufruí-los?

O argumento de que o Brasil "está fadado à miséria" por causa de governos populistas parece ignorar que a verdadeira riqueza de uma nação nasce da valorização do seu capital humano. Não somos pobres porque trabalhamos pouco; muitas vezes, a pobreza persiste porque o trabalho é desvalorizado e a técnica é substituída pela força bruta.

Conclusão: Narrativas vs. Realidade

As narrativas podem até tentar pintar o descanso como vadiagem, mas a realidade da oficina e da vida ensina o contrário. O progresso real de um país não virá da manutenção de escalas exaustivas, mas da transição para uma economia onde a inteligência, a automação e o bem-estar caminhem juntos. O "Estado pai" que tanto criticam foi, em muitos momentos, o único garantidor de que a máquina não moesse as pessoas em busca de um lucro imediato e insustentável.


"Nos ringues sangrentos da sobrevivência, o espetáculo é dantesco: fardados, operários da ignorância, são lançados contra a casta informal — essa revendedora corrompida pela necessidade.


Esta é a guerra santa promovida pelo corona-mercado-neoliberal. No centro da arena, o confronto é desigual: de um lado, a força do Estado vestida de farda; do outro, corpos sem o escudo da educação e sem o suporte financeiro para enfrentar a baixa imunidade. É a carne exposta ao vírus e ao capital.

Eis o veredito desta guerra social: um sistema econômico que, sob o manto da legitimidade dos bens privados e da liberdade irrestrita de comércio, sacrifica o humano no altar do lucro.

Não se enganem, vivemos sob uma doutrina que ressuscita o arcaico: a divisão da sociedade em castas hereditárias. Onde o berço dita o destino e a posição social das famílias sela a sorte dos filhos. Uma hierarquia de sombras, marcada por privilégios de sangue e deveres de escravidão. No fim, o lucro é o único deus que não adoece."
Chico Carlos

SAUDADES

A vida, a vivida vida, o momento e o coração, a saudade, que saudade! O tempo não passa para o sonhar, ao recordar, a força da afeição prevalece.
"Vento que sopra", tempo que passa, vida que vai... murmúrios? Ligue não! Viva também o recordar; recordar é viver; vivemos porque amamos. Os atrativos da alma são muito mais poderosos que os do físico, “porém, na hora h, não te esqueças de apagar a luz”.
Linda, como você jamais surgirá, “o sol há brilhar”, a sua beleza encontrará refúgio sem perceberes. As folhas do seu passado jamais secara, você é parte do que em muitos ficou, deixando gostos de paixão, saudades, como foi bom.
Chico Carlos


terça-feira

A quantos avanços tecnológicos

A quantos avanços tecnológicos se faz com que variadas tecnologias sejam, divulgadas, se tornem conhecidas; difundidas?

“Nas indústrias, o paralelo processo de eliminação ou retenção de poluentes custa muito caro”. Através da Mídia nada se fala. Não se houve falar em estudos técnicos, financeiro, econômico, etc. A quantos avanços tecnológicos, publicamente o Brasil deixa de publicitar a evolução destes?

Através da mídia, desde a ditadura passada, berço das novelas que até hoje encantam ao povão pobre e carente da próspera informação: a quantas evoluções tecnológicas, publicamente se foca na necessidade de acompanhar e educar principalmente o povo pobre e carente?

Repentinas reformas,
Responda-me!? A quantos avanços tecnológicos somos injustiçados — submetidos e castigados por falta de educação/visão tecnológica para com malefícios e benefícios das evoluções? A quantas evoluções tecnológicas se pensou em educar publicamente (ao nível de ensino médio, fundamental e profissional) conscientizando para conseguintes reformas trabalhista e previdenciária? Hein! Explique!?

domingo

“N vezes sem juros”

O guarda-roupa que “você” comprou em um curto espaço de tempo afrouxou, desmontou, quebrou e virou lixo, prejudicando ao conjunto de fatores naturais, sociais e culturais que envolvem a todo o indivíduo e com os quais interagem; o meio ambiente.
A propaganda que explora a ignorância, ao promover desprezo ao modelo de desenvolvimento sustentável, abriu espaço para o inconsciente consumismo de produtos e serviços com baixa vida útil. Consumíveis que duram menos que o tempo-parcelamento. O desinteresse por produtos e serviços que não “afrouxem”, quebrem ou desgastem confronta-se com o comércio mau-caráter, que, possuído pela má qualidade, se dispõe à venda.
Quanto mais vendem, mais são considerados meritocratas. Infelizmente vivemos persistentes momentos em que, para um ganhar, outros têm que perder.

Chico Carlos